domingo, 20 de junho de 2010

Avião sofre forte turbulência e quatro ficam feridos no Japão

Três membros da tripulação e um passageiro a bordo de um avião da empresa tailandesa Thai Airways ficaram feridos quando a aeronave foi atingida por forte turbulência sobre o Oceano Pacífico, próximo a Osaka, no Japão, na manhã deste domingo (20).

O Boeing 777-2D7, prefixo HS-TJG, realizava o voo TG-622 que havia decolado no sábado (19) à noite de Bangkok, na Tailândia, em direção a Osaka, no Japão, com 227 passageiros e 17 tripulantes.

Quando realizava a abordagem para o Aeroporto Internacional Kansai, em Osaka, por volta das 06:50 (hora local), descendo da altitude de 18 mil pés, o avião encontrou uma forte turbulência. Três tripulantes e um passageiro sofreram ferimentos.

O avião prosseguiu para uma aterrissagem segura em Osaka 15 minutos depois do incidente (foto acima). Os quatro feridos foram levados para hospitais locais.

O avião foi capaz de realizar o voo TG-623 de regresso a Tailândia no horário programado para a partida, 4,5 horas após a chegada em Osaka.

Fontes: The Japan Times / Aviation Herald via Blog Notícias sobre Aviação - Foto: Kiodo Photo

Após pane em motor, avião retorna a aeroporto na Áustria

Neste domingo (20), o avião De Havilland Canada DHC-8-314Q Dash 8, prefixo OE-LTP, da empresa Austrian Arrows (Tyrolean Airways), teve que retornar ao aeroporto logo após a decolagem.

O avião havia partido para realizar o voo OS-9725 a partir de Innsbruck, na Áustria, para Mali Losinj, na Croácia, com 47 pessoas a bordo.

Dezenove minutos após a decolagem do Aeroporto de Innsbruck, quando sobrevoava o vale do Rio Inn, sobre o município de Jenbach, no Distrito de Schwaz, em Tyrol, a tripulação relatou uma falha em seu motor esquerdo (PW123).

A tripulação desligou o motor e regressou para o Aeroporto Innsbruck, onde pousou em segurança na pista 26. A aeronave recebeu o socorro dos serviços de emergência na área de taxiamento do aeroporto (foto acima).

A Austrian Airlines informou que a tripulação recebeu uma indicação anormal sobre um dos dois motores e, portanto, o desativou antes de retornar ao aeroporto.

Fonte: Aviation Herald via Blog Notícias sobre Aviação - Foto: zeitungsfoto.at

Caças holandeses decolam para interceptar avião de passageiros turco que estava sem comunicação

Neste domingo (20) caças holandeses interceptaram um avião de passageiros turco, após este não responder às mensagens de rádio. A aeronave ficou 40 minutos sem comunicação.

O Airbus A321-231, prefixo TC-OAI, de propriedade da Onur Air (foto acima), realizava o voo 8Q-749 entre Antalya, na Turquia, e Dublin, na Irlanda.

Quando a aeronave sobrevoava Praga, na República Checa, a 32 mil pés de altitude, perdeu o contato com o Controle de Tráfego Aéreo, não conseguindo mais manter contato por rádio com os controladores de tráfego aéreo.

O avião continuou voando por toda a República Checa e, posteriormente, pelo espaço aéreo da Alemanha sem nenhum tipo de comunicação.

Prestes a entrar em espaço aéreo holandês, cerca de 40 minutos depois do último contato via rádio, a comunicação foi restabelecida pela tripulação, que explicou que a perda de comunicação foi devido a uma falha.

Naquele momento, dois caças F16 da Real Força Aérea da Holanda (foto acima) já haviam decolado do Aeródromo de Volkel (Holanda) para interceptar o Airbus próximo a fronteira alemã.

O reestabelecimento da comunicação se deu antes que houvesse a interceptação pelos dois aviões de combate. Os caças retornaram à Base Aérea de Volkel.

O avião prosseguiu para Dublin, onde realizou uma aterrissagem segura cerca de duas horas após a comunicação ser perdida.

Foi a primeira vez que este ano que caças decolaram para interceptar um avião de passageiros. No ano passado houve seis incidentes desse tipo.

Em 2005, a companhia aérea Turkish foi impedida de aterrissar na Holanda e em outros países europeus devido a preocupações com segurança.

O voo 8Q-750, de regresso a Antalya, na Turquia, partiu de Dublin com um atraso de 90 minutos.

Fontes: Rádio Netherlands Worldwide / Aviation Herald via Blog Notícias sobre Aviação - Fotos: James Mepsted (Airliners.net) / ANP (caças)

Ultraleve cai em praia da Região dos Lagos do Rio e piloto é resgatado com vida

Segundo bombeiros, na queda, ele fraturou braços e costelas.

Agora, equipes tentam encontrar aeronave, que afundou no local.

Um ultraleve caiu na manhã deste domingo (20) na Praia de Itaipuaçu, em Maricá, na Região dos Lagos do Rio. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 11h e o piloto foi resgatado por um salva-vidas do local com a ajuda de um pescador.

Uma lancha, um bote e um helicóptero dos bombeiros ajudaram nos trabalho e ainda há equipes à procura da aeronave, que afundou. De acordo com a corporação, ele sofreu fraturas nos braços e nas costelas e foi levado para o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio.

Fonte: G1

Anac leva até 4 anos para receber multa de empresas

Só agora, quatro anos depois, a Anac, órgão federal que lançou na semana passada normas para punir empresas aéreas por má qualidade no serviço, está concluindo processos abertos contra as companhias pelo caos durante o apagão nos aeroportos, em 2006.

A demora, além de postergar punições por cancelamentos de voos e overbooking, levou a Agência Nacional de Aviação Civil, criada em 2006, a receber só 17,5% das multas dadas até 2009. Foram 10.293 autuações.

Em termos comparativos, a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) recebeu no período 82,6% das multas, a ANA (Agência Nacional de Águas), 72,5% e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), 65,8%.

Segundo o TCU (Tribunal de Contas da União), entraram nos cofres da Anac apenas R$ 9,8 milhões das multas do período, com um desempenho que, entre as agências, só fica à frente da ANS (Agência Nacional de Saúde) e da Ancine (cinema).

Com as novas regras, que passaram a vigorar dia 13, a Anac tornou mais ágil a devolução do valor do bilhete quando o passageiro desiste de uma viagem em atraso.

Lentidão

Caso a Anac mantenha esse ritmo, quem for prejudicado agora corre o risco de só ver a companhia punida por volta de 2014, perto da Copa do Mundo no Brasil.

Para a aluna de psicologia Mariana Cicolo Lacaze, 24, passaram-se três anos sem que tenha visto punida a companhia que a deixou dois dias, entre idas e vindas da casa da mãe, em Goiânia (GO), e o aeroporto. Ela tentava embarcar para São Paulo.

Com a passagem marcada para as 18h de um domingo, ela, o irmão e um casal de amigos só conseguiram chegar em casa, em São Paulo, na quarta-feira seguinte.

"No primeiro dia, disseram que a gente embarcaria à 1h da segunda-feira, depois ficou para as 8h. Entramos no avião na noite de terça, aí não pudemos aterrissar em Cumbica e fomos até Viracopos [Campinas]. Não tinha escada, e ficamos uma hora e meia esperando até descermos", lembra.

Irritado, o grupo buscou dois caminhos: uma ação na Justiça e uma reclamação na Anac, que só no último dia 2 julgou um recurso da Gol contra a multa de R$ 7.000, que foi rejeitado.

Em processos internos da Anac, a Folha encontrou casos originados até em 2005. O Judiciário, no caso de Mariana, foi mais ágil. "Vencemos a ação na Justiça, mas a empresa recorreu", diz.

O quadro mostra que persiste a impunidade contra empresas que prejudicam usuários, diz Walter Moura, secretário-geral do Brasicon (Instituto Brasileiro de Direito e Política do Consumidor).

"As regras saem, mas não dá em nada para o setor privado. Isso tem um viés antipedagógico para as empresas. Se não há multa, por que ela vai melhorar o serviço?", diz Moura.

Outro lado

O Snea (Sindicato Nacional de Empresas Aéreas) diz que as companhias acabam pagando por problemas de infraestrutura aeroportuária e meteorologia, quando é indagado sobre a qualidade do serviço prestado.

Mesmo as novas regras, que sofreram resistências das empresas antes de serem implantadas, não implicam em nenhum problema novo, diz o comandante Ronaldo Jenkins, diretor do Snea.

"Pagamos o pato pela falta de estrutura, pelo humor de são Pedro, por coisas das quais não temos controle."

Segundo o comandante Jenkins, "a Anac antecipou o prazo máximo para atendermos algumas coisas. Só que as empresas já faziam isso". "Não deixamos de dar suporte ao passageiro, mesmo quando havia somente o sistema anterior de normas."

ANAC

A Anac não contesta que haja um represamento das autuações aplicadas às empresas aéreas, mas diz que vem adotando, há dois anos, medidas para acelerar o julgamento de recursos de multas, o que já deu resultados.

Em 2008, estavam parados na burocracia interna um total de 25 mil processos de autuação, que, conforme a agência, foram sendo encaminhados desde então.

Os números de arrecadação com multas, ainda segundo a Anac, atestam o aumento da eficiência --foram R$ 807 mil em 2007, R$ 1,67 milhão no ano seguinte e R$ 7,3 milhões no ano passado.

Neste ano, com a realização de uma espécie de "mutirões", com sessões extras das juntas julgadores de recursos, o valor subiu para R$ 8,2 milhões, quase equivalente a toda a receita com multas desde 2005.

Até o final do ano, a agência pretende concluir mais 3.000 processos, segundo sua assessoria de imprensa.

Fonte: José Ernesto Credendio (Folha Online)

Estudo encomendado pelo governo é contrário a projeto em São Paulo

Estudo encomendado pelo governo à consultoria McKinsey rejeita a hipótese de construção de um novo aeroporto em São Paulo.

Segundo a pesquisa, a construção não é uma alternativa atraente, pois resultaria em maior divisão da demanda e em pior configuração econômica como centro de distribuição de voos.

Segundo a Folha apurou, essa é também a avaliação do governo. Na visão do Ministério da Defesa e da Casa Civil, a exploração de um novo aeroporto pela iniciativa privada em São Paulo neste momento abriria espaço para a canibalização de Guarulhos.

A avaliação é que o modelo está mais em linha com aeroportos menores ou em novos mercados em expansão.

O diagnóstico da McKinsey indica que 13 dos 20 principais aeroportos já têm gargalos. O caso mais crítico é o de São Paulo, que concentra cerca de 25% do tráfego total. O estudo foi financiado com recursos do BNDES.

Para resolver o descompasso em relação ao crescimento da demanda, o estudo afirma que serão necessários investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 25 bilhões a R$ 34 bilhões ao longo dos próximos 20 anos.

Uma das conclusões é que os investimentos da Infraero estão abaixo do necessário.

Demanda

Em 2009, São Paulo registrou em Guarulhos, Congonhas e Viracopos 38,5 milhões de passageiros, com um crescimento da demanda de 8,1% em relação a 2008.

Nos cálculos da McKinsey, até 2030 a demanda em SP deve atingir 91 milhões. Na prática, é preciso ampliar a capacidade até lá com o equivalente a três aeroportos de Guarulhos. Em todo o país, a estimativa é que a demanda alcance 310 milhões de passageiros por ano até 2030.

Em 20 anos, Guarulhos deveria ter sua capacidade ampliada para ao menos 35 milhões de passageiros, e Viracopos, para 60 milhões. O estudo recomenda ainda que o governo invista no acesso ferroviário aos aeroportos.

Fonte: Janaina Lage e Plínio Fraga (jornal Folha de S.Paulo)

Setor aéreo se opõe a aeroporto privado

Companhias resistem a projeto das construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez na Grande São Paulo

Temor é que modelo de gestão privada em um novo aeroporto no Estado acabe gerando escalada de tarifas

A proposta das empreiteiras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez de construir e administrar um novo aeroporto em São Paulo, apresentada ao BNDES, enfrentará resistência do setor aéreo.

A Folha apurou que as companhias aéreas temem uma escalada no valor das tarifas se for adotado um modelo de gestão privado.

O projeto das construtoras depende de mudanças no marco regulatório dos aeroportos, hoje administrados pela estatal Infraero. Para convencer o governo, as construtoras argumentam que o aeroporto ficaria pronto para a Copa de 2014.

Em conversas privadas, executivos de grandes companhias demonstraram insatisfação por nunca terem sido chamadas pelo governo a opinar sobre o modelo de concessão de aeroportos.

As companhias defendem a competição entre os aeroportos -sejam eles públicos, sejam privados. Argumentam que, mesmo sob gestão da Infraero, seria possível haver competição. Bastaria permitir a cobrança diferenciada de tarifas entre aeroportos. Hoje as empresas pagam a mesma tarifa para pousar ou decolar de qualquer local.

Procurado, o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) não quis comentar a proposta das construtoras. Por meio de sua assessoria, declarou que não defende nenhum modelo em particular. "Queremos apenas um aeroporto seguro, com condições de infraestrutura que nos garanta prestar bons serviços aos usuários."

No passado, a TAM chegou a defender o modelo privado. Depois que deixou a presidência da TAM, em 2007, Marco Bologna foi presidir a construtura WTorre com a missão de criar uma operadora de aeroportos com a participação da TAM S.A. O projeto não vingou. Bologna voltou para o grupo e hoje preside a TAM S.A.

Se aceito, o projeto das construtoras pode quebrar o plano do governo federal, que incluía a construção da segunda pista no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, distante 90 km de São Paulo, e a construção do TAV (Trem de Alta Velocidade).

O projeto do governo considera a receita que será obtida no trecho São Paulo-Campinas. Sem Viracopos, o fluxo de passageiros do trem fica mais comprometido.

A tendência é que os consórcios interessados em disputar o leilão do TAV queiram obter garantias do governo de que Viracopos de fato se tornará um aeroporto de grande porte. O projeto, previsto para o município de Caieiras, cria essa dúvida.

Área

A proposta de um aeroporto em Caieiras surpreendeu a cidade. O prefeito Roberto Hamamoto (DEM) disse que desconhece o local onde pode ser instalado o empreendimento. "Todos sabem que a topografia da cidade não é muito favorável. Um projeto desse porte implica grande movimentação de terra", diz.

A Camargo não informou a localização do eventual projeto. A empresa tem 5,5 milhões de metros quadrados para um projeto imobiliário, ainda não aprovado pela prefeitura. O terreno foi adquirido da Melhoramentos.

De acordo com o prefeito, boa parte do terreno não dispõe de escritura definitiva. O terreno ocupa 45% do território de Caieiras, entretanto ainda há discussão sobre a demarcação. "Essa área da Camargo jamais poderá ser usada como aeroporto. Não permitirei isso", diz ele.

Fonte: Mariana Barbosa E Agnaldo Brito (jornal Folha de S.Paulo)

Mais um passo para ampliar o Aeroporto Internacional Salgado Filho

A Secretaria do Planejamento Municipal concluiu o Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU) para a ampliação da pista do Aeroporto Internacional Salgado Filho, na Capital. O projeto prevê o aumento dos atuais 2,28 mil metros para 3,2 mil metros.

O estudo foi aprovado no início do mês pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano Ambiental, depois de receber parecer favorável da Comissão de Análise Urbanística e Gerenciamento da prefeitura. O EVU foi entregue ao superintendente do aeroporto, Jorge Herdina.

A obra é necessária para a expansão comercial dos negócios do Estado e para a realização da Copa de 2014 na Capital. Para isso, porém, será preciso a conclusão da remoção dos casebres situados na cabeceira, na Vila Dique. Além disso, o aumento é vital para a instalação de equipamentos mais modernos para voo em neblina.

Sem a ampliação da pista, não pode ser instalado o equipamento ILS-2, que propicia pousos e decolagens em dias de pouca visibilidade.

Para instalar os dois conjuntos de aparelhos que compõem o ILS-2, o glideslope e o localizer, é necessário colocá-los onde estão hoje as vilas.

Mesmo que a retirada das casas seja rápida, só as obras nas pistas levarão três anos, porque é necessário aterramento de áreas alagadiças e descanso do terreno, antes de pavimentá-lo.

Fonte: Zero Hora - Foto: estado.rs.gov.br

Avião com executivos australianos desaparece na África

Um avião com 11 pessoas a bordo, fretado pela companhia mineradora australiana Sundance Resources, desapareceu logo depois de ter decolado sábado do aeroporto de Yaounde, informou neste domingo (20) a televisão nacional de Camarões "CRTV".

Um magnata australiano da mineração, Ken Talbot, e cinco outros altos executivos da empresa estavam a bordo, informou a companhia.

O avião ia da capital de Camarões até Yangadou, no Congo.

Talbot é diretor da Sundance Resources, cuja sede é na cidade australiana de Perth. A empresa tem uma mina na República dos Camarões.

A Talbot Group é uma das mais importantes acionistas da empresa.

A Sundance Resources planeja começar a extrair minério de ferro de Mbalam já em 2012.

O presidente do conselho da Sundance Resources, Geoff Wedlock, e o presidente-executivo da empresa, Don Lewis, também estão desaparecidos.

A aeronave, o Casa C212 Aviocar, prefixo TN-AFD (foto acima), saiu de Yaounde com destino à localidade de Yangadou, no noroeste da República do Congo, segundo o ministro de Comunicação camaronês, Issa Bakary, quem assinalou que pertence à companhia congolesa Aéro-Service.

A aeronave fretada por Cam Iron devia transferir funcionários da companhia para Yangadou e levava 9 passageiros, dos quais seis são australianos, dois franceses e um americano, além de dois tripulantes britânicos, indicou o ministro Bakary, porta-voz do Governo camaronês.

Poucos minutos após a decolagem de Yaounde, no sábado às 9h13 na hora local (5h13 em Brasília), os serviços aeroportuários perderam contato com a aeronave, acrescentou a fonte.

As autoridades de Aviação Civil de Camarões e Congo iniciaram uma operação conjunta de busca da aeronave entre as localidades, informou o ministro camaronês.

Fontes: G1 / The Professional Pilots Rumour Network via Blog Notícias sobre Aviação - Foto: Michael Fabry (JetPhotos)

sábado, 19 de junho de 2010

Foto do Dia

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O cockpit Douglas C-47B Skytrain, prefixo D-CXXX (cn 16124/32872), da Air Service Berlin - acidentado neste sábado (19) - em foto tirada em 20 de outubro de 2008 no já fechado Aeroporto Berlin-Tempelhof (THF/EDDI), em Berlim, na Alemanha.


Foto: Patrick Schwarzschulz
(Airliners.net)

Pouso de emergência de avião histórico deixa 7 feridos em Berlim

Um avião histórico, que participou do transporte aéreo em Berlim há mais de 60 anos, fez um pouso de emergência na Alemanha, neste sábado (19), deixando sete pessoas levemente feridas.

O avião Douglas C-47 Skytrain (DC3), prefixo D-CXXX, da Air Service Berlin, fazia parte da frota de aeronaves que abasteciam Berlim Ocidental durante o bloqueio soviético entre 1948 e 1949, teve que fazer um pouso de emergência logo depois de decolar, por razões ainda desconhecidas.

A aeronave partiu para um voo turístico levando a bordo 25 passageiros e três tripulantes. O ponto de saída e chegada era o Aeroporto Berlim Schoenefeld.

Logo após a decolagem da pista 25 (antiga 25L), o motor esquerdo falhou. A tripulação imediatamente trouxe a aeronave para baixo, realizando um pouso de emergência em uma área gramada perto do local de construção de uma nova pista que está prevista para ligar o Aeroporto Berlin Schoenefeld ao Aeroporto Internacional Berlin Brandenburg.

Sete ocupantes sofreram ferimentos leves e o avião sofreu danos consideráveis. Provavelmente, será retirado de serviço.

A Air Service Berlin é uma empresa privada que oferece voos turísticos em aeronaves históricas.

Uma investigação foi iniciada para determinar a causa do acidente, o que obrigou o aeroporto a fechar por 15 minutos.

O Douglas C-47 Skytrain se tornou famoso e conhecido como "Raisin Bomber" ou "Candy Bomber" durante o Bloqueio de Berlim (1948-1949), quando a aeronave - entre outros tipos de aeronaves - formaram a espinha dorsal da ponte aérea de Berlim, que garantiu o abastecimento a parte ocidental da cidade de Berlim durante o período de um ano. Começando em 750 toneladas por dia, o transporte aéreo de Berlim conseguiu levar cerca de 2,3 milhões de toneladas de comida, carvão e gasolina em 1.350 voos para a cidade. Todos os dias, durante os últimos estágios da operação, a cada 90 segundos, um "Candy Bomber" decolava ou aterrissava. A ponte aérea levou a uma ligação especial entre os então residentes de Berlim com a aeronave e o Aeroporto Berlin Tempelhof, um dos principais aeroportos da referida operação. O Berlim Tempelhof foi fechado em 2008. A aeronave D-CXXX foi a última aeronave - em formação com um "Tante Ju" Junkers 52 - a decolar do Aeroporto Berlim Tempelhof (foto abaixo).


Fontes: Aviation Herald / Site Desastres Aéreos via Blog Notícias sobre Aviação - Fotos: Nestor Bachmann (dpa) / Stephan Karl / Air Service Berlin - Mapa: AVH/DigitalGlobe

Autoridades de Cusco proibem voos comerciais de helicóptero para Machu Picchu

O movimento reflete a necessidade de conservar a biodiversidade e áreas naturais protegidas de atos que podem constituir um nível de risco

O governo regional de Cusco, no Peru, proibiu voos comerciais de helicóptero para o Santuário Histórico e Natural de Machu Picchu e para outras áreas consideradas de risco ambiental.

A medida foi estabelecida através da Portaria Regional nº 069-2010, publicada hoje (19) no Boletim de Normas Legais do Diário Oficial El Peruano.

O governo regional disse que, como uma instituição pública, pode promover a conservação da diversidade biológica e das áreas naturais, protegidas de atos que possam representar um nível de risco.

Habitat animal

O governo regional lembrou que as organizações de defesa ambiental protestaram durante vários anos por causa dos voos de helicóptero sobre a cidadela inca, considerando que foram afetadas algumas espécies, como anteojos, vicuñas, guanacos e outras aves.

Ele mencionou que a utilização dessas aeronaves danificam o habitat do galo-da-rocha (foto), uma ave com cor vermelha, parecida com um galo, mas menor.

"Quando um país aceita que uma de suas propriedades seja declarada patrimônio cultural e natural da humanidade assume o compromisso de preservá-la, por isso é que se faz necessário proibir os voos comerciais", disse o governo local.

Fonte: elcomercio.pe via Blog Notícias sobre Aviação

Helicóptero de treinamento cai na Flórida

Um helicóptero de treinamento caiu perto do Aeroporto North Palm Beach County (F45), em Palm Beach Gardens, na Flórida (EUA), por volta das 11:00 (hora local) da manhã deste sábado (19).

A aeronave, um Robinson R22 Beta II, da empresa Cloud 9 Helicopters, levava duas pessoas a bordo, segundo a polícia local. Os ocupantes foram capazes de sair da aeronave e afastar do local do acidente antes de serem atingidos pelas chamas. Eles foram examinados e medicados no próprio local.

A polícia de Palm Beach Gardens está conduzindo a investigação.


Fontes: WPBF TV / palmbeachpost.com / ASN via Blog Notícias sobre Aviação - Foto: Fred Ferrara - Mapa: Cloud 9 Helicopters

Dois feridos em pouso forçado de helicóptero em Oregon, nos EUA

Dois homens escaparam ilesos da queda de um helicóptero que tentava fazer um pouso de emergência perto do Aeroporto de Hillsboro (HIO/KHIO), em Oregon (EUA), na sexta-feira (18) à noite.

O Departamento de Bombeiros de Hillsboro informou que um helicóptero Robinson R22, de propriedade da Hillsboro Aviation, estava se aproximando do Aeroporto de Hillsboro por volta das 20:45 (hora local), quando seu piloto disse que a aeronave estava perdendo potência.

O piloto de 29 anos, tentou fazer um pouso de emergência em uma área a leste do Washington County Fair Complex (um local de eventos) e, ao finalmente fazer o pouso forçado, o helicóptero tombou para o lado esquerdo.

Nem o piloto nem o passageiro de 45 anos de idade ficaram feridos no acidente. O helicóptero sofreu danos moderados, mas nenhum dano foi relatado a outros bens.

A maioria das equipes de emergência chegaram ao local pouco antes das 21:00 e funcionários da FAA (Federal Aviation Administration) chegaranm mais tarde para começar a investigação sobre a causa do acidente.

Fontes: KGW.com / ASN via Blog Notícias sobre Aviação - Fotos: Hillsboro Fire Dept.

Helicóptero de canal de TV cai na Argentina e duas pessoas morrem

Duas pessoas morreram na sexta-feira (18) quando o helicóptero MBB BO-105 CBS-4, prefixo LV-WJX, do canal de televisão a cabo C5N (foto logo acima), caiu em Villa Martelli, periferia norte da cidade de Vicente López, situada na província de Buenos Aires, localizada na região metropolitana de Buenos Aires, nas proximidades da capital Buenos Aires.

Responsáveis pelo canal assinalaram que não têm "certeza" sobre os motivos do acidente. As vítimas fatais foram o piloto da aeronave Enrique Miguel Vila, de 51 anos, e o cinegrafista Fernando González, de 25 anos.

"Tratava-se de dois integrantes da nossa equipe de grande trajetória, formação e profissionalismo, que acompanharam a empresa desde seus começos", recordaram as fontes.

O helicóptero caiu às 9:00 (hora local) sem causar mortes ou ferimentos nos moradores da região, onde - a meia quadra - há uma escola primária e um jardim de infância.

Minutos antes do acidente, o helicóptero se dirigía ao aeródromo de San Fernando.

No local do acidente estava o pessoal da ANAC (Administración Nacional de Aviación) que notificou o o Conselho de Investigação de Acidentes da Aviação Civil (Junta de Investigaciones de Accidentes de Aviación Civil) que irá determinar as causas do acidente."





Fontes: DCI / ASN / La Razon via Blog Notícias sobre Aviação - Fotos: La Razon - Aeronave: Robert Domandl (Airliners.net)

Queda de helicóptero mata 11 militares no México

Onze militares morreram em um acidente de helicóptero na noite de sexta-feira (18) no estado mexicano de Durango (norte do país), causado, aparentemente, por causas climáticas, informou neste sábado o Ministério da Defesa.

"Neste acidente, morreram um chefe, quatro oficiais e seis elementos da tropa. A informação preliminar (...) indica que a queda ocorreu devido a condições meteorológicas adversas na região", explicou a Secretaria da Defesa em comunicado.

O helicóptero modelo Bell 412EP, prefixo 1208, da Força Aérea do México, caiu às 22:40 (hora local) no município de Santiago Papasquiaro (Durango) e provinha de uma missão de combate ao tráfico de drogas em Badiraguato (Sinaloa, noroeste do país).

Fontes: AFP / El Universal via Blog Notícias sobre Aviação

NASA vai à Copa do Mundo 2010

Copa do Mundo de 2010: os países participantes vistos do espaço via imagens de satélites da NASA e da ISS

Para representar o Brasil, a NASA selecionou a foto tirada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) do ciclone que atingiu o estado de Santa Catarina, 07 de março de 2004

Clique AQUI para ver imagens dos países que competem no Mundial de 2010 liberadas pela NASA para comemorar o torneio de futebol. A NASA Goddard Space Flight Center escolheu fotos tiradas entre 1984 e junho de 2010 e

Ou clique AQUI, e acesse o site do "Telegraph", que adicionou mais algumas belas fotos.

A "Mão de Deus"

A 'Mão de Deus' capturada pelo Observatório Chandra X-ray, da Nasa.

A fantasmagórica nuvem azul parece formar um polegar estendido e com os outros dedos segurando uma bola de fogo. A mão "cósmica" orbita 580 km acima da Terra.

A mão foi criada quando uma estrela explodiu em uma supernova, criando uma estrela de 20 quilômetros de largura, girando rapidamente, chamada de pulsar, que é - ao fundo - a mancha branca no pulso da mão.

O pulsar é visto expelindo enormes quantidades de energia eletromagnética, criando uma nuvem de gás e poeira tão grande que levaria 150 anos para atravessá-la a velocidade da luz.

O disco vermelho é uma nuvem de gases separados. Os dedos - imagina-se - foram criados a partir da energia que atravessou o pulsar pela nuvem de gás.

Os cientistas da NASA estimam que o momento retratado nessa imagem aconteceu 17.000 anos atrás. Esse foi o tempo que os raios-x levaram para chegar à Terra.

Fonte: The Daily Telegraph - Fotos: NASA

Nasa: poderosa chuva de meteoros pode atingir a Terra em 2011

A Nasa - agência espacial americana - começou a avaliar os riscos para satélites e naves espaciais em órbita da Terra, como a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), devido a uma poderosa chuva de meteoros que deve atingir o planeta em 8 de outubro de 2011. O fenômeno ocorre no outono do hemisfério norte, vai durar sete horas e deverá ser especialmente violento.

A Nasa pode, inclusive, redirecionar a ISS. William Cooke, do Marshall Space Flight Center (Huntsville, Alabama), ligado à agência espacial, disse que os especialistas preveem uma grande chuva e esperam um pico de várias centenas de meteoros por hora.

Duas outras chuvas fortes ocorreram em 1985 e 1998, mas não causaram problemas nos satélites e naves em órbita. Desta vez, a probabilidade de problemas também não é alta. No entanto, Cooke diz que a prevenção é importante e que a próxima tempestade não deve ser ignorada.

Segundo Cooke, a ISS tem um escudo contra as rochas do espaço e, se necessário, pode ser redirecionada. O mesmo se aplica ao telescópio Hubble. O cientista incentiva programadores a determinar se é necessário preparar estratégias de defesa. "Se um meteoro esporádico atinge você, é má sorte. Se isso ocorre durante uma chuva de meteoros, é negligência", diz o cientista.

Fonte: Terra - Imagens: 123 / Terra / Reuters / Armageddon (Rex Features)

Sonda da Nasa vai fazer "mergulho fundo" em lua de Saturno

Cassini vai chegar a uma distância recorde da superfície do satélite natural

A sonda Cassini, da Nasa (agência espacial dos EUA), que viaja pelos arredores de Saturno, vai fazer nesta segunda-feira (21) seu maior "mergulho" na atmosfera de Titã, uma das luas do planeta. O equipamento vai chegar a cerca de 880 km da superfície da lua, o que é 70 km mais baixo do que o "recorde anterior".

De acordo com a Nasa, a atmosfera de Titã aplica uma força sobre os objetos que a atravessa, gerando um efeito parecido com o do ar sobre a mão de quem coloca o braço para fora da janela do carro. Por isso, a sonda foi colocada em um ângulo que permita que ela chegue a essa altitude sem se danificar. Como a antena da Cassini vai estar apontada para a Terra, os técnicos da agência vão poder acompanhar o procedimento em tempo real.

No começo do ano, a Nasa resolveu estender a missão da sonda. O equipamento, que foi lançado em 1997 e chegou ao planeta em 2004, iria parar de operar em setembro deste ano, mas ganhou sobrevida até 2017.

Fonte: R7 - Imagem: Divulgação

Exercício policial simula bomba no Aeroporto Campo Grande (MS)

Policiais militares da Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais (Cigcoe) realizaram treinamento no Aeroporto Internacional de Campo Grande. O objetivo era simular a ocorrência de atentado a bomba no estabelecimento.

Todas as atividades foram promovidas a pedido da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A simulação teve presença de animais da Ronda Ostensiva com Cães Adestrados (Roca) e agentes da Ronda Tática da Capital (Rotac) e Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).

Conforme o exercício, uma ligação anônima dava conta de que um artefato explosivo estava escondido no estabelecimento. Assim que acionadas, as equipes partiram para a ação.

O prédio foi evacuado e isolado. Sendo assim, a equipe da Roca com cães farejadores, treinados para localizar bombas, foram ao local. Após varredura, os cachorros indicaram o artefato, que estava escondido dentro de uma maleta.

A equipe do Gate, especialista em ações com explosivos, entrou em ação e, após retirar o material para um local seguro, o destruiu.

Também participaram do treinamento delegados da Polícia Federal, e representantes da Infraero. A simulação permite que ações preventivas sejam treinadas para trabalhos de forma segura.

Fonte: Marcelo Eduardo (www.capitalnews.com.br) - Foto: Divulgação/Cigcoe

Avião colide com moto-táxi em aeródromo ao norte do Peru

"Eu não vi a moto, eu senti um forte impacto que me desalinhou do centro da pista, mas graças a Deus eu fui capaz de controlar o avião e aterrissar", disse Gustavo Sanchez, o piloto da aeronave.

Poderia ser uma tragédia. Três estudantes ficaram feridas quando um avião de pequeno porte colidiu às 16:45 (hora local) desta sexta-feira (18) contra um moto-táxi (de três rodas) no aeroporto de San Lorenzo, na província Datem del Marañón, na Região de Loreto (em destaque no mapa), na zona norte do Peru.

Segundo a Coordenadora Nacional de Rádio (CNR), o acidente ocorreu quando o avião da empresa Servicios Aéreos Ruiz (SARU), prefixo OB-571, estava prestes a aterrissar e colidiu com uma moto-táxi que atravessou a pista do aeródromo.

Não sentiu o impacto

Gustavo Segundo Sánchez Bardales, o piloto da aeronave, disse à Rádio La Voz de la Selva, que o trem de pouso traseiro esquerdo do avião foi o que impactou contra a moto de placa 82634, conduzido por Melvin Navarro Cahuaza, de 17 anos.

"Eu não vi a moto, eu senti um forte impacto que desalinhou o avião do centro da pista, mas graças a Deus eu fui capaz de controlá-lo e aterrissar", disse Sanchez.

Os feridos

As vítimas foram identificadas como Valeria Chanchari, Daysi Urbina Flores e Julisa Albán Shapiama, esta última a mais afetada, sufrendo um traumatismo de base de crânio, com ferida de dez centímetros lineares. As três meninas tem 13 anos e são alunas do Colégio 'Nazareno'.

O avião fazia a rota Yurimaguas-San Lorenzo e tinha como passageiros, Luís Arce Rojas, José Martínez Carranza e Piger Gallardo Ramos, que saíram ilesos.

Fontes: elcomercio.pe / roriente.org - Mapa: Wikipédia - Blog Notícias sobre Aviação

Sargento da FAP agride repórter que cobria acidente em Chiclayo, no Peru

A correspondente da Radio Programas del Peru, RPP, em Chiclayo, Ana María Yesquén, alegou que foi atacada por um sargento da Força Aérea Peruana.

Segundo o seu testemunho, "fui puxada pelos cabelos e levei um tapa de um militar da FAP, no momento em que colhia informações sobre o acidente com o avião da Força Aérea do Peru, ocorrido na noite passada em Chiclayo".

Yesquén observou que, após ser agredida covardemente, o suboficial da FAP ordenou que a retirassem do local onde ocorreu o acidente.

Ao saber da denúncia, o ministro da Defesa, Rafael Rey Rey, disse que ordenará uma investigação sobre essa agressão contra a jornalista.

No entanto, evitou pronunciar-se sobre o ocorrido dizendo que até aquele momento desconhecia as circunstâncias em que ocorreu o incidente.

Fonte: cronicaviva.com.pe

Avião da Força Aérea Peruana cai; não há vítimas fatais

Aeronave com quatro tripulantes caiu a 780 quilômetros ao norte da capital Lima

Um avião da Força Aérea do Peru (FAP) caiu na sexta-feira, 18, na cidade de Chiclayo, a cerca de 780 quilômetros ao norte de Lima, sem que se tenham reportado vítimas fatais, informa uma nota oficial.

O jato Dassault Falcon 20 (200), se acidentou por volta das 19h30 (hora local, 21h30 de Brasília), logo após ter decolado da pista do Grupo Aéreo número seis da FAP, ficando os restos entre uma região situada a 500 metros da Base Aérea.

Essa aeronave já foi utilizada pela presidência do Peru.

Há uma divergência nas informações sobre o número de ocupantes. Segundo fontes oficiais, haviam quatro militares a bordo: o comandante Nelson Soberón Salas, o copiloto Major Henry Infantes Cueva e os técnicos Luis de la Cruz Herminio e Jacinto Inga Calampa. Fontes da imprensa peruana, como o site peru21.pe, dão conta que haviam mais cinco civis a bordo: Carlos Enrique Quinde, Jaime Torres Vidal, Alejandro Ferreyra Sevilla e uma pessoa chamada Inga Calampa e sua acompanhante Irene Toro Rodríguez. Alguns jornais informam um total de oito ocupantes.

O comunicado oficial, emitido pela FAP, indica que os tripulantes saíram ilesos, no entanto, fontes policiais assinalaram que houve feridos, embora de forma leve.

Estas mesmas fontes informaram que os feridos foram levados para a base militar, onde há um centro médico da FAP.







Fontes: EFE via Estadão / larepublica.pe / elcomercio.pe / peru21.pe

Equador reduz encomenda de Super Tucanos

Serão seis jatos militares da Embraer a menos, em um pedido de 24; corte chega a US$ 57 milhões

O governo do Equador decidiu reduzir em seis unidades a encomenda de 24 aviões Super Tucano, da Embraer. O contrato, estimado em US$ 270 milhões, está sendo cumprido desde março de 2009. O corte é avaliado em US$ 57 milhões.

O presidente Rafael Correa anunciou a compra em maio de 2008, como resposta ao bombardeio, pela aviação da Colômbia, contra um acampamento do comando das Farc montado na fronteira equatoriana. Super Tucanos armados com bombas inteligentes foram usados na ação.

O avião brasileiro de ataque leve é utilizado pelas forças de cinco nações - Brasil, Colômbia, Chile, República Dominicana e Equador. Um dos 170 aviões já vendidos é operado pela empresa Blackwater, prestadora de serviços militares terceirizados. Com sistemas eletrônicos de última geração e capacidade para levar até 1,5 tonelada de mísseis, bombas e foguetes - além de duas metralhadora .50 -, o turboélice é empregado pesadamente pela Força Aérea Brasileira, a FAB, que dispõe de 95 aviões. Com uma carteira acumulada próxima de US$ 1,5 bilhão, é o produto militar de maior sucesso da Embraer.

Segundo o general Leonardo Barreiro, comandante da força aérea do Equador, a decisão foi tomada há um mês. "Antes da oficialização, tentamos vários tipos de manobras financeiras, infelizmente frustradas", disse. A situação da aviação de combate chefiada por Barreiro é crítica. Sua frota, formada por 12 caças Kfir, israelenses, e 13 Mirage F-1, franceses, não tem condições de uso efetivo.

Doação de Chávez. No final de 2009, a Venezuela, de Hugo Chávez, doou ao Equador seis supersônicos Mirage 50, todos com mais de 25 anos de uso. Foram entregues revisados, sem programas de revitalização. A Força Aérea do Equador vai usar o dinheiro disponível com a redução na negociação com a Embraer para atualizar a tecnologia das aeronaves cedidas pela Venezuela - o que é considerado pouco provável, considerados o alto custo e o resultado pouco expressivo obtido por países como o Paquistão, que se empenharam em empreendimentos semelhantes com o mesmo tipo de avião.

Um assessor técnico do Ministério da Defesa disse que o governo do Equador está considerando a possibilidade de comprar até 12 supersônicos Cheetah, da África do Sul, usados e revitalizados. Trata-se de uma versão avançada criada em 1986 pela companhia Denel Aviation, então conhecida como Atlas, do modelo francês Mirage III. A Espanha entrou na disputa pela escolha com um lote de Mirage F-1, mais modernos, que chegariam com sistemas digitais de navegação e combate.

O mercado regional de equipamentos militares está em alta, e o segmento da aviação é um destaque. Dados de organizações que monitoram os gastos bélicos dos países indicam que a América do Sul é uma região cada vez mais armada. Segundo o Centro de Estudos Nueva Mayoría, em 2008 os países da região gastaram US$ 51,1 bilhões em defesa, 30% a mais do que em 2007. A Rede de Segurança e Defesa da América Latina estima que foram US$ 48 bilhões.

Mas o volume dos gastos pode ser superior. A Venezuela, por exemplo, contabiliza a Defesa em um orçamento secreto.

Fonte: Roberto Godoy (O Estado de S.Paulo) - Imagem: Divulgação/Embraer

Voe comigo

Há alguns anos, a única forma de acumular milhas para viajar de avião era viajar de avião. Hoje, há mil e uma maneiras diferentes de obter a mesma vantagem. Pode-se encher o tanque do carro num posto de gasolina, pagar uma conta na padaria ou na floricultura ou, ainda, o serviço da manicure com o cartão de crédito. Pode-se, até mesmo, viajar de avião.

Os programas de milhagem começaram como uma forma de fidelização dos clientes pelas companhias aéreas. Hoje são mais do que isso. São um produto que pode ser usado por uma enorme rede de parceiros (bancos, varejistas, restaurantes, hotéis, etc.) para que eles próprios não percam a clientela para o concorrente, graças a essa isca aí chamada crédito de milhagem.

Castellini - Milhas: valor emocional

O consultor de aviação da Bain & Company, André Castellini, observa que esse tipo de parceria se tornou viável porque a possibilidade de viajar de graça ainda tem um valor emocional muito maior do que oferecer outros brindes. “A companhia área funciona mais ou menos como uma loja âncora em um shopping center: tem forte poder de atração e ajuda a produzir movimento para outras lojas.”

Um dia viajar de graça poderá deixar de ter o apelo que tem hoje. Mas esse dia parece distante e, enquanto isso, os programas de milhagem continuarão sendo muito mais do que uma simples oferta extra oferecida ao passageiro. São, mais que tudo, enormes fontes de receita e de lucro para as companhias aéreas.

O Programa Fidelidade da TAM é exemplo disso. Em junho de 2009 foi criada uma unidade de negócios dentro da própria empresa somente para administrá-lo. Em outubro passado tornou-se uma empresa independente chamada Multiplus Fidelidade, que abriu capital na Bolsa em fevereiro deste ano. Com poucos meses de vida, a Multiplus teve um lucro líquido de R$ 7,5 milhões apenas no primeiro trimestre deste ano, contabiliza 6,9 milhões de participantes e já ultrapassou o até então líder do setor, o Smiles, da concorrente Gol, que soma 6,8 milhões.

O Smiles também pretende crescer, mas não deve, pelo menos por enquanto, separar-se da Gol. Murilo Barbosa, diretor de marketing da companhia, avisa que o momento é de consolidação e recuperação do programa herdado da Varig e também de buscar um foco: “Queremos atrair os executivos, os chamados frequent flyers, ou seja, aquele público que voa com frequência.”

Falta saber até que ponto essa briga vai trazer algum benefício para o usuário, que nem sempre consegue agilidade nas trocas de crédito de milhagem por passagens aéreas. A resposta quem dá é o analista do setor de aviação do Credit Suisse, Luiz Otavio Campos. A expansão dos programas vai facilitar a acumulação de pontos e, consequentemente, a troca deles por passagens ou outros produtos.

Mas ele diz que as esperadas promoções dependem mais de como o mercado está. “As companhias só fazem promoção quando os aviões estão vazios e não é o que está acontecendo agora”, explica. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que, em relação ao mesmo período de 2009, a demanda por voos domésticos cresceu quase 30% de janeiro a maio deste ano.

Fonte: Celso Ming (O Estado de S.Paulo com Isadora Peron) - Foto: Heitor Hui/AE

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Foto do Dia

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O Edgley EA-7 Optica Srs 301, prefixo G-BOPO, em Northampton, na Inglaterra, em 6 de setembro de 2009. O primeiro voo do 'Optica' aconteceu em 1979. Essa estranha aeronave tem excelentes características para voos em baixa velocidade e excelente visibilidade panorâmica, tornando-se uma alternativa mais barata aos helicópteros para as operações de vigilância, como as realizadas pela polícia.


Foto: Mick Bajcar
(Airliners.net)

Estação Espacial recebe pela 1ª vez duas mulheres

Soyuz com três astronautas a bordo conectou-se à ISS

A cápsula Soyuz aproxima-se do corpo principal da ISS

Com três astronautas a bordo, a nave russa Soyuz foi acoplada ontem à Estação Espacial Internacional, que pela primeira vez terá duas mulheres como moradoras. Depois de dois dias da decolagem do Casaquistão, a nave se acoplou à estação quando as duas estruturas estavam a cerca de 350 quilômetros sobre o Oceano Atlântico, acima da Argentina.

Shannon Walker (foto ao lado), física de Houston, se juntou a Tracy Caldwell Dyson (foto abaixo), química nascida na Califórnia que está na estação espacial desde abril. Quatro homens também estão a bordo: três russos e um norte-americano. Cada um vai permanecer no local por seis meses e depois voltar com a Soyuz.

A Nasa tem usado foguetes russos para levar astronautas para a estação espacial para missões prolongadas. Assim que os ônibus espaciais dos Estados Unidos forem aposentados, o que deve acontecer no final deste ano ou no início de 2011, os veículos da Rússia serão os únicos disponíveis. Empresas privadas como a Space Exploration Technologies, que lançou com sucesso, de Cabo Canaveral, um foguete de teste para a órbita terrestre duas semanas atrás, esperam explorar o setor.

Pioneirismo

Na quarta-feira foi comemorado o 47º aniversário de lançamento da primeira mulher ao espaço, a cosmonauta soviética Valentina Tereshkova. Hoje também marca o 27º aniversário da viagem ao espaço da primeira norte-americana: Sally Ride. Quatro mulheres estiveram em abril na estação espacial, mas apenas por uma semana e meia.

Fonte: AP/Agência Estado - Fotos: NASA - Atualizado às 19:33 hs. de 19.06.10 com foto da Soyuz

Europa autoriza Cathay Pacific a adquirir parte da unidade de carga da Air China

Os reguladores europeus deram hoje “luz verde” à Cathay Pacific, a maior companhia aérea de Hong Kong, para a compra de uma percentagem na unidade de carga da Air China, salientando que o negócio não será prejudicial à concorrência na Europa.

A Cathay Pacific tinha anunciado em fevereiro que iria formar uma joint venture com a Air China para se dedicar à exploração do lucrativo mercado de carga nos dois maiores pólos de produção da China.

A Comissão Europeia concluiu que o mercado combinado da Air China e da Cathay Pacific em termos de rotas entre a Ásia e a Europa era “limitado”.

A comissão que avaliou as questões de concorrência acrescentou também que a “competição neste mercado irá permanecer forte depois da transição, nomeadamente devido à presença de várias companhias internacionais ativas nas mesmas rotas”.

No âmbito do acordo, a Cathay Pacific irá adquirir 49 por cento das ações da Air China Cargo, a plataforma para a joint venture, por cerca de 1700 milhões de yuan (201,2 milhões de euros).

A Air China Cargo é atualmente apenas detida pela Air China, uma das maiores companhias aéreas da República Popular e o segundo maior acionista da Cathay Pacific.

A Air China Cargo vai iniciar operações como joint venture durante o verão e terá Pequim e Xangai como as suas principais bases.

Fonte: Agência Lusa