quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O pior já passou?

Perda de participação de mercado, queda de ocupação nos aviões e atrasos nos voos marcaram o ano de 2008 da Gol. A empresa diz que os principais problemas foram sanados - mas 2009 promete novos desafios

Foto: Filas nos guichês da Gol no Galeão às vésperas do Natal: recorde em atrasos

O ano de 2008 foi um período singular na história da Gol, a segunda maior companhia aérea brasileira. Nunca antes, desde a abertura de capital da empresa, em 2004, a companhia havia apresentado um desempenho tão ruim. Até então recordista em ganhos de participação de mercado, a Gol, pela primeira vez, perdeu espaço para os concorrentes. Seus aviões decolaram com mais poltronas vagas em comparação aos anos anteriores e ao desempenho da principal rival, a TAM - entre janeiro e dezembro, a ocupação da Gol foi 62%, ante 68% da TAM. Ao mesmo tempo, os custos, antes mantidos sob controle obsessivo, aumentaram em comparação ao ano anterior. Para piorar, a imagem da Gol sofreu dois importantes golpes no final do ano. Primeiro, o indiciamento do patriarca da família controladora da Gol, Constantino de Oliveira, o seu Nenê. Ele é acusado de ter sido o mandante de dois assassinatos ocorridos no Distrito Federal. O empresário nega envolvimento nos casos. Às vésperas do Natal, outra má notícia. No auge do movimento nos aeroportos, a Gol transformou-se em campeã de atrasos nos voos, com um índice de 32,5% em dezembro, ante a média do setor, 22%. Até o sistema de atendimento aos clientes da empresa entrou em parafuso naquele mês. Apesar do passado recente de confusões, a Gol acredita que o pior já passou. "O ano de 2008 foi de grandes transformações para a empresa devido à absorção da Varig, mas começamos 2009 com a maioria dos problemas resolvidos", diz Tarcísio Gargioni, vice-presidente de marketing e serviços da Gol. "E os próximos resultados financeiros da empresa já vão refletir esse esforço."

A Gol ficou para trás

Alguns fatores sustentam as expectativas de Gargioni. Os resultados da empresa deverão ser beneficiados pela queda no preço do petróleo. Ao contrário da TAM, que negociou quase metade de seu combustível para 2009 antecipadamente, a um preço fixado em 106 dólares o barril, a Gol está praticamente livre desse tipo de contrato desde outubro e vai se beneficiar da baixa no preço do petróleo, cujo valor do barril caiu 74% desde julho. Em 2009, a empresa também deverá - finalmente - tirar proveito da integração entre as operações da Gol e da Varig. Só com a junção das duas malhas aéreas, a empresa espera diminuir seus custos em 6,6%. Segundo o banco Merrill Lynch, a economia total com sinergias pode chegar a 180 milhões de reais por ano. Quanto aos problemas com o atendimento de passageiros no fim do ano, a Gol também reagiu. Em dezembro, a empresa mais que dobrou o número de atendentes em seu call center e, em meados de janeiro, concluiu o processo de integração entre os sistemas de check-in da Gol e da Varig, o que deve evitar atrasos desnecessários.

Engana-se, porém, quem acredita que os desafios da Gol se encerram por aí. Segundo analistas, os próximos meses devem ser marcados pela desaceleração no crescimento do mercado de aviação, uma consequência do desaquecimento da economia brasileira. O que não se sabe, ainda, é o tamanho do estrago. No ano passado, o mercado doméstico de aviação cresceu 7,4%. A Gol, em uma visão otimista, estima que o crescimento nos próximos 12 meses será de 6%. Esse é um dado para lá de controverso. Os analistas do banco Credit Suisse, por exemplo, acreditam que não passará de 2%. Um cenário de escassez de passageiros é, evidentemente, ruim para as companhias aéreas - e pior ainda para a Gol. Isso porque a empresa está mais exposta a passageiros ocasionais, que viajam a lazer ou por motivos pessoais. Os executivos com passagens pagas por empresas, que viajam com maior frequência, representam 60% dos clientes da Gol, ante 75% dos da TAM. "Em momentos de crise, o primeiro passageiro a deixar de voar é aquele que viaja nas férias ou para visitar parentes", diz Stephen Trent, analista do Citi.

Apesar de não acreditar em uma forte desaceleração na demanda, a Gol reconhece que é vital atrair os passageiros que viajam a negócios. Com a reorganização da malha, a empresa aumentou a frequência de voos e melhorou o serviço da ponte aérea Rio-São Paulo, a rota mais rentável do Brasil. O programa de milhagem Smiles, herança da Varig, também já vale para os passageiros da Gol. O problema é que essas medidas são consideradas insuficientes pelos especialistas em aviação. O programa de milhagem, por exemplo, é pouco atrativo. "Os executivos juntam milhas para trocá-las por passagens para grandes destinos internacionais, coisa que a Gol não tem como oferecer", diz um executivo do setor. Voando apenas no Brasil e em alguns países da América do Sul, a empresa não tem como concorrer nesse quesito com a TAM, que oferece como destino cinco países da Europa e os Estados Unidos.

Além de enfrentar a acirrada disputa por passageiros com a TAM, a Gol sofre com outro problema grave: a perda de executivos. O ano de 2008 começou sem a presença do então vice-presidente técnico e figura-chave no processo de expansão da empresa, David Barioni Neto, que se tornou presidente da TAM em novembro de 2007. De imediato, Barioni levou com ele outros quatro executivos de alto escalão. Em junho, foi a vez de o diretor de TI da Gol, Paulo Nascimento, trocar a empresa pela Azul, companhia aérea do empresário David Neeleman que começou a operar em dezembro. E, no começo de junho, Richard Lark, então vice-presidente financeiro e principal interlocutor da Gol com os investidores, deixou a empresa. "A saída de executivos importantes em um momento tão delicado não foi nada positiva", diz Aquico Wen, diretor do fundo de investimento americano Legg Mason. Tanto que, em meados do ano passado, a Gol passou a estudar mudanças em sua estrutura. A primeira alternativa cogitada pela empresa foi a criação de um novo cargo - temporariamente chamado de COO (em inglês, chief operating officer) - intermediário entre o presidente da empresa, Constantino Júnior, e os vice-presidentes. O executivo seria uma espécie de braço direito de Constantino, que passaria a se dedicar mais a assuntos estratégicos. Seis executivos foram sondados para o cargo e um deles chegou a avançar nas negociações. O processo, porém, emperrou porque a própria Gol mudou de ideia e passou a procurar apenas um executivo para o posto deixado vago por Richard Lark. Oficialmente, a Gol admite apenas que busca um vice-presidente financeiro.

A Gol na bolsa

Em sua breve - e meteórica - trajetória, a Gol firmou-se como uma empresa enxuta, inovadora e eficiente. Criada em janeiro de 2001 dentro do modelo chamado baixo custo, baixa tarifa (low cost, low fare), a empresa cresceu graças a uma estratégia baseada em passagens baratas para pessoas que trocavam o ônibus pelo avião. No ano mais turbulento da Gol, até mesmo essa vantagem competitiva começou a ser arranhada. O aumento dos custos elevou o preço médio por quilômetro voado pago pelos passageiros, que recebe a denominação técnica de yield. Em 2008, o índice aumentou em todos os trimestres em comparação com o ano anterior. É a reversão de uma tendência observada desde a abertura de capital da empresa, quando o yield caiu ano após ano. "O aumento no preço do petróleo teve um peso importante na composição de custos. Mesmo assim, a companhia manteve sua política de oferecer as menores tarifas da indústria", diz em nota a empresa. Daqui para a frente, porém, deverá ficar cada vez mais difícil para a empresa manter essa posição. Com o início das operações da Azul, do criador da empresa low cost americana JetBlue, cujo modelo inspirou a própria Gol, a empresa da família Constantino passa a ter um potencial concorrente na área de tarifas agressivas. A competição extra não podia vir em momento mais inoportuno.

Fonte: Melina Costa (Portal Exame) - Foto: Marcia Foletto (Agência O Globo)

Aeroporto de Natal tem o maior número de colisões com aves

O Aeroporto Internacional de Natal (foto) é o que apresenta o maior índice de colisões com pássaros, segundo levantamento do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Entre 2003 e 2006, período estudado, esse aeroporto registrou 12,75 incidentes por 10 mil movimentos (pousos e decolagens). Entre os quatro maiores aeroportos do País, o pior índice é o do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro (3,93), seguido por Guarulhos (1,95), Brasília (1,05) e Congonhas (0,57).

"No Galeão, a situação é motivada pela poluição da baía de Guanabara, que atrai urubus e garças. Já em Guarulhos e em Congonhas, a proximidade de casas, que geram muito lixo orgânico, é o maior problema", informou o superintendente de Segurança Aeroportuária da Infraero, Abibe Ferreira.

Segundo ele, para minimizar o problema, a Infraero criou um programa denominado "Gestão do Perigo da Fauna Aeroportuária", que consiste na implementação de um plano de gestão em cada um dos 67 aeroportos que a empresa administra. Cada plano inclui a identificação das espécies existentes; a análise de risco para saber quais espécies representam maior perigo para a atividade aérea; e a eliminação de focos de atração de aves.

Clique aqui e veja o índice de choque entre aves e aviões nos aeroportos (em .pdf)

Fonte: Rodrigo Bittar (Agência Câmara) - Foto: www.isaac2004.fee.unicamp.br

Maioria dos choques com aves ocorre com aviões militares

Na Força Aérea Brasileira, os choques com aves representaram aproximadamente 34% de todos os incidentes relatados ao Cenipa entre 2001 e 2004. Em termos proporcionais, há uma importante predominância de colisões envolvendo aviões militares, apesar de o número de movimentos (decolagens e pousos) de aeronaves civis ser muito maior.

Essa desproporção ocorre porque a maioria das aeronaves militares apresenta área frontal pequena, o que dificulta sua identificação pelas aves. Normalmente, as aeronaves civis voam próximas do solo apenas durante a decolagem e o pouso, enquanto as militares praticam diversos vôos à baixa altura, permanecendo mais tempo expostas na faixa do espaço ocupada pelos animais.

As unidades aéreas da FAB reportam ao Cenipa todos os casos de colisão com aves, enquanto que, em média, apenas 20% das colisões envolvendo aeronaves civis são reportadas aos órgãos oficiais.

Fonte: Rodrigo Bittar (Agência Câmara)

Infraero defende lei para prevenir colisão de aviões com pássaros

O superintendente de Segurança Aeroportuária da Infraero, Abibe Ferreira, afirmou que a aprovação do Projeto de Lei 4464/04 vai fortalecer as ações de prevenção contra os incidentes aéreos causados por colisões com pássaros. A proposta, apresentada pelo deputado Deley (PSC-RJ), consolida em lei diversas normas sobre segurança aérea e estabelece penalidades para quem descumprir essas regras. Ela foi aprovada pela Câmara em dezembro e segue para votação no Senado.

Dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) indicam a ocorrência de 550 colisões entre aves e aviões no Brasil em 2008. Já a Infraero contabiliza 219 incidentes desse tipo nos pousos e decolagens feitos nos 67 aeroportos controlados pela empresa.

"Ter uma lei específica é muito importante, porque dá mais rigor ao cumprimento das normas", destacou Abibe Ferreira. Atualmente, as medidas de prevenção contra a colisão de pássaros e aviões são reguladas por normativos, entre eles a Resolução 4/95 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

A resolução do Conama classifica como Área de Segurança Aeroportuária (Asa) o raio de 20 km para aeroportos que operam de acordo com as regras de vôo por instrumento e de 13 km para os demais aeródromos. Nessas áreas, não são permitidas atividades consideradas "foco de atração" de pássaros, como matadouros, cortumes, culturas agrícolas e vazadouros de lixo.

O projeto aprovado pela Câmara detalha as regras de funcionamento dessa área de segurança e cria penalidades para quem desrespeitar as normas (como advertência, multa, suspensão de atividade, interdição de área ou estabelecimento e embargo de obras).

Acidente nos EUA

O debate sobre a segurança nas proximidades dos aeroportos foi reacendido pelo pouso forçado de um avião da US Airways no rio Hudson, em Nova Iorque, no último dia 15 de janeiro. Em depoimento ao Conselho Nacional de Segurança dos Transportes nos EUA, o piloto do avião disse que o pouso forçado foi motivado por uma pane nos motores, depois que pássaros cruzaram a rota da aeronave.

"Graças a Deus, não houve vítimas nos Estados Unidos, mas esse é um assunto que nós temos que tratar com a maior urgência", afirmou o deputado Deley. Ele alertou sobre a gravidade da situação nas grandes cidades do País, onde frequentemente há lixões próximos aos aeroportos. "Há locais no Brasil onde o perigo é iminente. Isso é uma tragédia anunciada", disse.

No Brasil, o incidente desse tipo considerado mais grave ocorreu em 1962, quando uma pessoa morreu depois de um avião militar chocar-se contra uma ave. O Cenipa, órgão ligado ao Ministério da Defesa, lembra ainda a perda de um caça F-5, em 1975, e um F-103, em 1986, por causa de colisão com pássaros.

Na maioria dos casos, as aves que se chocam contra os aviões são atraídas pela ocupação desordenada das áreas vizinhas aos aeroportos brasileiros e por deficiências na coleta, no tratamento e na destinação final do lixo sólido dos municípios. Com isso, há grande oferta de material orgânico, que atrai especialmente os urubus-da-cabeça-preta (Coragyps atratus), espécie que responde por 56% das colisões em que a espécie de ave pode ser identificada.

Uso de falcões

Para combater o problema, a Infraero realiza atividades que vão desde a poda do terreno até o uso de rojões, de cães farejadores e de falcões treinados especificamente para afastar outras aves do local.

O uso de falcões é aplicado desde o primeiro semestre de 2008 no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e deverá ser estendido neste ano para as cidades de Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital mineira, essa técnica foi responsável pela redução de 27% nos incidentes aéreos envolvendo aves.

Segundo Abibe Ferreira, o choque de uma ave de 2 kg contra um avião a 300 km por hora gera impacto equivalente a 6 toneladas. "É um risco calculado, porque o mais comum é essas aves atingirem uma turbina, e normalmente há outra turbina para garantir a segurança do vôo", declarou.

Ainda assim, o prejuízo causado às empresas aéreas pelos incidentes ultrapassou os 5 milhões de dólares em 2005, segundo o Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (SNEA).

Fonte: Agência Câmara

SP muda regras para licitação do Trem Expresso Guarulhos

Antes, empresa teria que ter proposta com menor tarifa e, agora, terá que pagar mais ao governo por outorga

O governo de São Paulo mudou as regras para escolha da melhor proposta entre os interessados em participar da licitação do projeto do trem que ligará o centro de São Paulo ao Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, mais conhecido como Trem Expresso Guarulhos. Vencerá a disputa o grupo ou empresa que oferecer o maior valor de outorga ao governo e não mais quem oferecer a menor tarifa para o serviço, como previsto anteriormente. A mudança consta de decreto da Secretaria Transportes Metropolitanos, publicada nesta quinta-feira, 22, no Diário Oficial do Estado.

Segundo o documento, as alterações refletem sugestões formuladas por interessados em audiência pública realizada em agosto do ano passado e também deliberações do Conselho Diretor do Programa Estadual de Desestatização (PED). O documento não dá informações sobre quando deverá ser publicado o edital da concorrência, que será internacional.

Além da outorga onerosa, o projeto prevê ainda o pagamento de uma outorga variável correspondente a 1% da receita bruta tarifária, a título de remuneração pelo gerenciamento e fiscalização do contrato de concessão, que terá 35 anos.

Poderão participar do processo, que será conduzido pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), empresas isoladas ou reunidas em consórcio. Ficará a cargo do vencedor a execução das obras de infraestrutura, assim como as desapropriações necessárias para a execução da mesma.

Outra responsabilidade da empresa que vencer a disputa pelo projeto é a obtenção das licenças ambientais de instalação e operação. Ficará a cargo do poder concedente, no entanto, a obtenção da licença ambiental prévia. O decreto limita em três anos o prazo máximo para conclusão da obra de infraestrutura.

O decreto fixa ainda em R$ 35,00 o valor a ser cobrado pelo serviço. A tarifa será reajustada anualmente com base na variação do Índice Nacional de preços ao Consumidor Amplo (IPCA/IBGE). A data-base será o mês de outubro de 2008.

Fonte: estadao.com.br - Imagem: Arquivo do Blog

Angola: Ministro dos Transportes admite voos da TAAG para a Europa num prazo de "sete, oito meses"

O ministro dos Transportes angolano, Augusto Tomás, defendeu hoje, em entrevista à Agência Lusa, que a companhia aérea angolana, TAAG, vai estar em condições de voltar a voar para a Europa em "sete, oito meses".

Sem especificar uma data concreta, o ministro apontou a possibilidade de a TAAG poder voltar a voar para a Europa "dentro de sete, oito meses", mas ressalvou que esse "grande desafio" não "depende apenas" da parte angolana.

Augusto Tomás lembrou ainda que neste momento decorre um processo de reestruturação da TAAG, que é acompanhado por uma refundação total da companhia, desde a verificação da rede e da frota, à área comercial, ou aos recursos humanos, com a eliminação gradual de recursos excedentários.

"Mas está também em curso a realização de um estudo que visa a selecção de um parceiro estratégico", disse o ministro, explicando que "estão a ser analisadas as vantagens e desvantagens das várias opções possíveis e que podem envolver companhias africanas, europeias, americanas ou asiáticas".

Augusto Tomás sublinhou, todavia, que "nada está decidido a esse nível".

Questionado pela Lusa sobre a possibilidade de uma parceria com a companhia área cabo-verdiana, TACV, o ministro dos Transportes angolano admitiu que essa solução também está a ser estudada, mas ressalvou que ainda não existe qualquer decisão.

A haver acordo com a TACV, esta companhia passaria a ter na sua frota um dos aviões actuais da TAAG, um Boeing 777, que voaria na rota Luanda-Sal-Lisboa, adiantou.

Com esta possibilidade a ser posta em prática, a TAAG deixaria, perante a proibição a que está sujeita de voar para a Europa, desde Julho de 2007, de ter de se socorrer de aviões alugados, actualmente à South African Airways, para as suas rotas europeias.

"A decisão vai ser tomada, estando em cima da mesa várias variáveis", disse.

Augusto Tomás questionou ainda as "vozes que advogam que os céus de Angola não são seguros", mas sem especificar, defendendo que, "na prática, se verifica o contrário".

A União Europeia, além de proibir a TAAG de voar para o espaço aéreo europeu, apontou também o dedo ao Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) como responsável pelos problemas de segurança aérea em Angola.

Para os responsáveis pela segurança área dos 27, os problemas detectados na TAAG existem igualmente nas diversas companhias que operam internamente em Angola.

"Se algumas vozes advogam que os céus de Angola não são tão seguros assim, na prática verifica-se o contrário" porque a Lufhtansa, a TAP, a British Airways ou a Air France, não só voam para Angola com lotações esgotadas, como todas elas querem aumentar a frequência dos seus voos para Angola e querem fazer parcerias com a TAAG", concluiu o ministro.

Fonte: Agência Lusa via Expresso.pt (Portugal)

Justiça de São José autoriza recuperação da Avibras e governo federal deve se tornar acionista

A Justiça de São José dos Campos homologou o plano de recuperação judicial da Avibras. O governo federal vai se tornar acionista da empresa.

A Avibras deve hoje R$ 500 milhões e o governo federal é o maior credor. A dívida será transformada em ações e o governo passaria a ter direito de participar das decisões estratégicas da empresa. Além disso, a União teria uma ação especial que dá o direito de vetar decisões tomadas pela direção da empresa, num modelo semelhante ao que foi usado quando a Embraer foi privatizada.

Para fechar o negócio, o acordo precisa ser aprovado por outros credores. A Avibras é uma das maiores fábricas do setor de Defesa do país. Amanhã (23), faz um ano que o fundador da empresa, João Verdi de Carvalho Leite, desapareceu durante uma viagem de helicóptero. Ele e a mulher estavam na aeronave que decolou de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, com destino a São José dos Campos. As buscas duraram um mês e foram concentradas no Litoral Norte, mas nada foi encontrado.

Atualmente, o filho de Verdi, João Brasil Carvalho Leite, detém cerca de 70% das ações da Avibras. De acordo com o advogado responsável pelo processo de recuperação judicial da Avibras, Nelson Marcondes Machado, uma empresa de consultoria foi contratada para determinar o percentual de participação em ações a que a União terá direito na indústria.

Fonte: VNews

Drama aéreo: Sata

A Sata, uma empresa que presta serviços de apoio diversos a aeronaves, entrou na sexta-feira passada(16/1) com um pedido de recuperação judicial na 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

O caso está nas mãos da juíza Márcia Cunha. A empresa pertence à Fundação Rubem Berta, a mesma que geriu a Varig.

Fonte: Coluna do Ancelmo Góis (O Globo)

GOL transporta mais de 100 milhões de passageiros

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes transportou mais de 100 milhões de passageiros, em oito anos de operação, conforme comunicado enviado a Comissão de Valores Mobiliários.

No período, a empresa conseguiu atingir mais de 40% de participação no mercado. Atualmente, a aérea opera 59 destinos com 104 aviões, possuindo em torno de 16 mil funcionários e cinco marcas: GOL, VARIG, SMILES, Voe Fácil e Gollog.

Fonte: InvestNews (16/01)

Veja mais fotos do acidente com o monomotor no interior de Minas Gerais

Avião sofreu o acidente quando fazia a pulverização de uma plantação de soja na noite de quarta-feira

Avião monomotor ficou completamente destruído após cair na zona rural de Monte Carmelo (MG)

Destroços da aeronave permanecem na área da plantação

Peritos da Polícia Civil inspecionam a aeronave

Fotos: Divulgação via Terra

Aéreas devem informar atrasos duas horas antes, diz Procon

A 6ª Vara Federal da Justiça Federal da 3ª Região (São Paulo) determinou que as companhias aéreas terão que informar os passageiros sobre eventuais atrasos e problemas no vôo com, no mínimo, duas horas de antecedência em relação ao horário de embarque. A informação é da Fundação Procon-SP, que havia entrado com o pedido, representada pela Procuradoria Geral do Estado.

A decisão foi publicada no último dia 19 de janeiro, segundo o Procon, e define ainda multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento. O texto diz também que é obrigação das companhias, independente do motivo do atraso, prestar todo o auxílio aos passageiros, como alimentação, transporte, comunicação, etc. A multa prevista neste caso é de R$ 50 mil diários para quem descumprir a regra.

O despacho define ainda, conforme o Procon, que é atribuição da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) fiscalizar o horário dos transportes. A agência e a Infraero devem apresentar relatório em que conste o número de vôos com atrasos superiores a 30 minutos ou cancelados, a partir do dia 19 de dezembro de 2008, além do percentual diário de vôos atrasados geral e por empresa.

Fonte: Terra

Procon autua Gol por não acomodar passageiros de voo adiado

O Procon de Pernambuco autuou na manhã desta quinta-feira (22) a empresa aérea Gol por não acomodar os passageiros de um voo. A aeronave saiu de São Paulo na última quarta-feira (21) às 18h40, com destino à Petrolina, no Sertão pernambucano.

Segundo o Procon, os passageiros estão desde as 7h10 da manhã no saguão do Aeroporto dos Guararapes, no Recife, porque a empresa não ofereceu hotel para acomodação, afirmando que todos os hotéis conveniados estão lotados.

O Procon informou que o avião não conseguiu pousar por problemas técnicos, e teve que retornar para Aracaju (SE) por volta da meia noite da quarta-feira. Em seguida, já às 3h da manhã, os passageiros foram levados pelo um voo de outra companhia aérea para Salvador e chegaram ao Recife às 7h10 desta quinta-feira.

A empresa aérea prometeu levar os passageiros ao destino final em um voo que sairá às 13h desta quinta-feira. Entre os passageiros, está o Prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio.

A Gol receberá o auto de infração com o valor da multa, que varia de R$ 212,82 a 3,19 milhões de e terá um prazo de 10 dias para apresentar defesa.

Fonte: pe360graus.com

Macaquinho viaja dentro do avião ao lado de passageiros

Envolvido em uma manta branca de algodão, o macaquinho Bili viajou sentado ao lado de outros passageiros, em um voo para a cidade de Frankfurt, na Alemanha.

O jovem primata foi rejeitado por sua mãe, quando nasceu, no Zoológico de Twycross. Dessa maneira, o Zoo arranjou outra família para Bili, que curtiu a estada no avião com muita empolgação, sem largar de sua mamadeira.

"Nós nunca tivemos um animal a bordo, mas é como se ele fosse um bebê", afirma uma das comissárias de bordo.

Assim que desembarcar em Frankfurt, Bili ficará enclausurado durante 30 dias. Os outros macacos poderão ver e sentir o cheiro de Bili, para que possam adaptar-se com sua presença.

Os veterinários do Zoo já arranjaram uma nova mãe para Bili, uma fêmea que recebeu treinamento especial para aceitar o macaquinho.

Fonte: Carlos Gutierrez (Revista Globo Rural) - Foto: Reprodução

Azul diz que Tam e Gol temem concorrência de mercado

Durante a audiência pública realizada pela Anac, o diretor de relações institucionais da Azul, Adalberto Febeliano, afirmou que as restrições de voos para o Aeroporto Santos Dumont só tende o interesse das grandes companhias como Gol e Tam, que ao seu ver temem concorrência de outras companhias aéreas como a Azul.

Na sua opinião é hora de estimular também o turismo doméstico. Segundo ele a abertura do Santos Dumont não irá prejudicar os voos internacionais com destino ao Galeão. "A Azul planeja voar para algumas capitais e cidades do interior. Os voos do SDU em nada vão prejudicar o Galeão".

Fonte: Mercado & Eventos

Yeda Crusius defende compra de novo avião: 'Podem chamar de Aeroyeda'

A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (foto), voltou a defender, na manhã desta quinta-feira, a compra de um avião para o estado. Em entrevista à Rádio Gaúcha, Yeda disse que não se arrepende de ter tornado pública a intenção de adquirir a aeronave e informou que vai continuar com essa discussão. A governadora lembrou que enfrentou o apagão aéreo e a parada de emergência que fez em Uberlândia devido a problemas no avião:

- Eu fiquei várias vezes fora de reuniões. Reuniões importantes onde os outros governadores vão e brilham.

O modelo que o governo Yeda pretende comprar é um jato executivo que custa, segundo a Casa Militar, entre US$ 8 milhões e US$ 26 milhões.

Yeda disse ainda que o estado precisa analisar a necessidade da construção de aeroportos regionais, pois do contrário a locomoção é toda pela estrada. Mas admitiu que a "tese" da aquisição de um avião "causa furor".

- Tem que dar instrumentos para o governante poder disputar com o governador da Paraíba que tem (avião), do Piauí, do Rio de Janeiro, de Minas, de São Paulo, para estar numa reunião e disputar o espaço do Rio Grande do Sul no quesito de discussão pelo Brasil - declarou Yeda que já perdeu uma reunião sobre reforma tributária.

- Podem chamar de Aeroyeda, Queen Air, o que quiserem, podem continuar discutindo, o Rio Grande tem que se discutir - defendeu

Quanto a compra de um avião não estar prevista no orçamento de 2009, Yeda disse que se fosse considerada a urgência em adquirir a aeronave e a compra fosse à vista, seria feita por meio de um projeto de lei. Segundo a governadora, a Embraer vende aviões a prazo para os outros governadores e para o governo federal, que trocou toda a frota.

- Eu vou pegar todo dinheiro em caixa e a Yeda vai "luxar" por aí. Não, não é isso. Não se compra um avião em cash (dinheiro), a não ser que se tenha cash - disse lembrando que o governador de Santa Catarina tem três aviões, e do Paraná, oito.

Para Yeda, agora se criou condições no governo para isso:

- O ajuste é para 30 anos, o avião é para 30 anos, não é para mim - ressaltando que é uma boa discussão e que não é para ostentação.

Fontes: Clic RBS / Rádio Gaúcha / O Globo - Foto: José Cruz (ABr)

Fluxo no aeroporto de Campo Grande (MS) cresceu 10% em 2008

Aumento, segundo operadora, é ainda maior, de 15% a 20% nas vendas, puxadas pelo turismo interno.

O fluxo de passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande aumentou em 10% no ano passado em comparação a 2007, segundo revelam os dados da Infraero. Este aumento significa 79.627 passageiros a mais transportados através do terminal.

De janeiro a dezembro embarcaram e desembarcaram no aeroporto da Capital 835.034 passageiros, quando no mesmo período do ano anterior foram 755.407.

Isso mesmo sem a concorrência predatória entre as companhias, que ocorreu em anos anteriores. As promoções foram menos freqüentes e mais comedidas. Para o diretor comercial da Marina Turismo, Éder Rocha, há uma tendência de que as viagens aéreas continuem aumentando. “É uma tendência do mundo moderno, em que as pessoas têm pouco tempo para viajar”, avalia.

Para o mesmo destino, a temporada e antecedência na compra podem determinar uma diferença de até 80% no preço da passagem. Por isso, a orientação é programar a viagem o quanto antes.

No caso do carnaval, Éder afirma que a definição da data ainda gera muitas dúvidas e atrapalha essa programação, problema que também atinge o estrangeiro que vem ao Brasil. “Se a data fosse fixa daria para comprar o pacote um ano antes”, explica.

Crise

A crise internacional favoreceu o turismo interno, devido à alta do dólar. Na Jaó Tour, a estimativa é que no ano de 2008 o movimento cresceu 30% em relação a 2007. A agente de turismo, Ana Paula Simal, resume: “foi um ano de vôos cheios. O Brasil ficou bem congestionado”.

Éder Rocha calcula aumento de 15% a 20% nas vendas, puxadas pelo turismo interno. Por outro lado, ele lembra que por seis meses o dólar estava baixo, o que favoreceu também as vendas de pacotes para destinos internacionais. No começo do ano a cotação chegou a R$ 1,48.

“Depois do susto com a alta do dólar, o câmbio começou a estabilizar e o turista voltou a ficar confiante”, conta. Outros pontos altos para o turismo em relação a 2007 é que o movimento nos aeroportos foi tranqüilo, sem caos. Para 2009 as previsões são otimistas. Um fator que anima o setor é a quantidade de feriados que vão cair nos dias de semana.

O governo já elaborou projeto para ampliação do Aeroporto de Campo Grande. O enfoque é o transporte de cargas, mas também será aumentada a capacidade de fluxo de passageiros. Serão desapropriados 1,2 mil hectares no entorno do terminal.

Fonte: Fernanda Mathias (Campo Grande News) - Foto: Marcelo Victor

Turistas brasileiros gastam em média 190 euros por dia em Lisboa

O diretor geral do Turismo de Lisboa, Vítor Costa, nesta entrevista exclusiva em vídeo fala do crescimento do turismo na capital de Portugal e destaca que os turistas brasileiros são o principal público da cidade, melhores até mesmo que os alemães. Segundo ele, os brasileiros ficam mais tempo em Lisboa e gastam diariamente, em média, 190 euros.

Costa falou também dos investimentos em infra-estrutura em Lisboa, como o novo aeroporto que está sendo construído e também uma revitalização da área portuária, aproveitando o estuário do Rio Tejo, que constitui-se no maior da Europa.

Fonte: Mercado & Eventos

Avião da Gol arremeteu 3 vezes no voo Recife-Petrolina nesta madrugada, informa passageiro

"Venho lhe relatar este descaso da companhia aérea Gol.

Saímos de Recife as 22:00 de ontem 21/01, com destino a Petrolina, chegando lá, segundo o piloto, o aeroporto estava sem energia, chovia ele tentou pousar a aeronave mesmo assim sem sucesso e a 1ª arremetida aconteceu.

Segundo a informação passada de maneira errada pelo comandante aos passageiros tinhamos apenas combustível para 20 minutos, onde parte dos passageiros se desesperou, 40 minutos de desespero e nada do combustível acabar, e também nenhuma informação do comandante.

Alguns minutos após ele informa que iríamos pra Aracaju, onde passamos uma hora em solo esperando informação do serviço de meteorologia.

Com a informação de que já estava tudo ok, partimos mais uma vez para Petrolina, onde arremetemos 2 vezes e todos ficaram desesperados.

Depois de uns 20 minutos de silêncio do comandante, fomos informados que iríamos para Salvador, onde assim que o avião pousasse, a direção da Gol queria que já tentássemos um pouso novamente lá em Petrolina. Todos os passageiros se rebelaram e desceram da aeronave, esperando assim uma decisão mais concreta da companhia.

E prestamos uma queixa na ANAC, onde la nos foi informado que o aeroporto de Petrolina já estava fechado desde as 23:00hs e reabriria as 5 da manha, para piorar não havia nenhum registro na ANAC, sobre nosso pouso em Aracaju.

Bem o descaso é tanto que eles mandatam a aeronave só com os tripulantes pra Petrolina mais uma vez, e mais uma vez não conseguiram descer não sei o destino deles.

Porem nosso voo foi finalmente o regresso a Recife onde ganhamos 2 míseros tickets alimentação e esperamos o voo pra Petrolina mais uma vez às 12:30.

Eles nos tratam como rebanho vai pra la, vai pra ca, e nos temos que nos sujeitar...

Porém, entramos com mais uma reclamação aqui no Procon do aeroporto.

Isto merecia uma matéria televisiva do descaso das companhias aéreas.......

Desculpe meus erros pois acordei ontem as 6:00 e ainda não consegui dormir com todo este puxa encolhe.

Atenciosamente,

Flávio Ayala"

Fonte: Blog de Jamildo - JC Online

Thai Airways transfere serviço doméstico para um único aeroporto

A Thai Airways vai transferir para o aeroporto de Suvarnabhumi todos os voos domésticos que ainda opera na infra-estrutura de Don Mueang, na capital tailandesa, anunciou hoje a companhia.

O aeroporto internacional de Suvarnabhumi foi inaugurado em Setembro de 2006, mas problemas numa das pistas obrigaram algumas companhias a transferir os seus voos domésticos para o antigo aeroporto da capital tailandesa.

A companhia prepara agora a transferência da totalidade dos voos domésticos para a nova infra-estrutura nos arredores de Banguecoque, quando já opera a totalidade das ligações internacionais e parte das domésticas a partir de Suvarnabhumi.

A mudança, segundo a Thai Airways, vai permitir uma economia de 700 milhões de baht ou 15,4 milhões de euros.

A passagem das ligações domésticas para o aeroporto de Suvarnabhumi terá início no final de Março devendo ficar concluída até ao Verão.

Um responsável do Ministério dos Transportes explicou também que a transferência dos voos domésticos da companhia de bandeira da Tailândia para o novo aeroporto irá ajudar a restabelecer a confiança no sector da aviação e do turismo, fortemente afectados no final de 2008 quando manifestantes anti-governamentais ocuparam os dois aeroportos e impediram a saída ou chegada de milhares de turistas e tailandeses.

Entretanto, e de acordo com o diário Bangkok Post, pelo menos duas companhias vão continuar a usar a infra-estrutura de Don Mueang - a Nok Air, companhia de baixo custo da Thai Airways, e a One Two Go, também de baixo custo.

Fonte: Oje - O Jornal de Economia (Portugal)

Piloto de monomotor é resgatado com vida após acidente

Complementando a matéria: Monomotor agrícola cai na zona rural de Monte Carmelo (MG)

Está gravemente ferido o piloto Felipe Pajardo Diestel, de 24 anos, vítima de um acidente aéreo com um monomotor na noite de quarta-feira em Celso Bueno, distrito de Monte Carmelo, no Triângulo mineiro. A vítima pilotava o avião para a pulverização de uma lavoura de soja no momento da queda. Apesar de o monomotor ter ficado completamente destruído, a vítima foi socorrida consciente, segundo o soldado Odair José Jorge, do Batalhão de Monte Carmelo, que passava pelo local no instante da queda.

O militar conta que voltava de uma diligência quando avistou os destroços da aeronave na plantação, na altura do km 13 da BR-365. "Eu e outros três militares, imediatamente, sinalizamos e isolamos o local. Retiramos a bateria para evitar explosões", conta. Os militares também prestaram os primeiros socorros à vítima até a chegada da ambulância de Monte Carmelo.

Manobra de retorno

"O piloto estava consciente e constatamos que havia sofrido diversas fraturas e ferimentos por todo o corpo. Ele nos contou que fazia uma manobra de retorno, mas, como estava perto do solo, bateu nos arbustos. Em seguida, o avião caiu". O jovem recebeu os primeiros atendimentos no Pronto Socorro de Monte Carmelo, contudo, devido à gravidade das fraturas, foi transferido para o Hospital Universitário de Uberlândia, onde está internado.

Segundo o soldado Claudenor de Oliveira Rocha, o piloto possui brevê e credenciamento para pilotar esse tipo de avião. A perícia da Polícia Civil esteve no local e está previsto para esta quinta-feira a presença dos peritos da aeronáutica.

Fonte: Karina Novy - TV Alterosa via UAI

Ryanair vai abrir mais duas rotas para o Aeroporto de Faro

Bournemouth, no Sul de Inglaterra, e Bremen, na Alemanha, estarão ligadas a Faro, por via aérea, já a partir de dia 31 de Março.

A companhia low cost Ryanair anunciou hoje, quinta-feira,o lançamento de mais dois voos regulares, que aumentam para 11 a oferta da transportadora aérea de e para Faro.

Como é habitual, sempre que a companhia lança novas rotas, haverá lugar a uma campanha promocional.

Até à meia-noite do próximo domingo, dia 25, quem comprar bilhetes no site da Ryanair para diversas rotas, entre as quais as duas hoje apresentadas em Faro, terá 50 por cento de desconto.

Caso não se opte por qualquer serviço extra, revelou o director de Comunicação para a Europa da Ryanair Daniel Carvalho, «poder-se-á ir e voltar para um destes destinos pagando apenas 10 euros». Este é «o preço final», já com taxas incluídas, garantiu.

Ambas as rotas terão dois voos semanais. Para Bornemouth, haverá voos às terças e sextas-feiras. Para Bremen, os voos são às terças e sábados.

Segundo Daniel Carvalho, Bornemouth «também tem praias muito bonitas», ainda que diferentes das do Algarve e «a sua paisagem é protegida pela UNESCO».

Já Bremen «é um local ideal para uma city break, uma vez que o aeroporto está situado dentro da cidade».

Fonte: Hugo Rodrigues (Barlavento Online - Portugal)

Estudo mostra os impactos do aeroporto de Viracopos

EIA-Rima aponta 37 itens, 30 deles negativos, e prevê R$ 32,4 milhões para a compensação ambiental

A primeira fase de ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, que terá início neste ano e será concluída em 2015, vai provocar 37 impactos ambientais na área da Bacia do Rio Capivari, 30 deles negativos, e deverá exigir pelo menos R$ 32,4 milhões em compensações, além de uma série de medidas preventivas e de controle para amenizar os impactos na vegetação, no solo, em águas subterrâneas, na população, na fauna e flora. A compensação está calculada com base em 0,5% dos investimentos de R$ 6,4 bilhões previstos para a ampliação e operação do aeroporto até 2015, segundo o Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima), que já estão abertos à consulta pública.

O EIA-Rima, formado por seis volumes de textos e mapas, será discutido em audiência pública convocada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) no dia 19 de fevereiro, às 17h, na Câmara de Campinas. O início da ampliação do aeroporto dependerá da aprovação do EIA-Rima e da liberação das licenças ambientais. Elaborado pela Walm Engenharia e Tecnologia Ambiental, o estudo avalia o impacto que as obras e a operação do aeroporto terão na primeira fase da ampliação.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) está pedindo o licenciamento para a implantação da segunda pista (prevista para ser concluída em 2010), área para teste de motores e inspeção de aeronaves, implantação do primeiro módulo do novo Terminal de Passageiros, concourses (miniterminais), pátio de aeronaves, edifício para garagem e estacionamento, ampliação do Sistema Terminal de Cargas, implantação do Centro de Manutenção da Infraero e do Serviço de Salvamento e Combate a Incêndio, vias de acesso internas, além de infraestrutura básica. Também estão sendo licenciados lotes para o parque de abastecimento de aeronaves, para o sistema de companhias aéreas e de aviação geral, para o sistema industrial de apoio, para a estação de tratamento de resíduos, para estações ferroviárias e para o aeroporto indústria.

Fonte: Maria Teresa Costa (Agência Anhangüera de Notícias) via Cosmo On Line

Anac divulga esclarecimento sobre a matéria do aeródromo de Santa Rosa do Purus

Em relação à matéria publicada hoje [ontem], 21, (“Proibido pouso de avião em Santa Rosa do Purus”), a ANAC esclarece que o aeródromo não está interditado: ele não é registrado oficialmente, como determina a legislação. A homologação não é uma questão burocrática e sim de segurança: sem registro oficial, o aeródromo não consta nas publicações aeronáuticas em vigor e não atende as normas internacionais de segurança de voo. Na situação atual, somente é possível a utilização de aeronaves militares ou helicópteros - neste último caso, com autorização prévia da ANAC.

A responsabilidade por solicitar a homologação do aeródromo é do Governo Estadual ou da Prefeitura Municipal. A ANAC propôs ao Governo Estadual uma solução paliativa, de registrar o aeródromo assumindo a responsabilidade total do proprietário e do engenheiro responsável sobre as operações aéreas, o envio trimestral do controle do movimento de aeronaves, entre outros itens.

Está agendada para a próxima sexta-feira (23) uma reunião entre o Governo do Estado e a ANAC para que o Governo apresente seu interesse no registro deste aeródromo, bem como a documentação necessária.

Rachel Mortari
Assessoria de Comunicação Social
ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil


Monomotor agrícola cai na zona rural de Monte Carmelo (MG)

O acidente foi ontem à tarde na zona rural de Monte Carmelo, às margens da BR-365.

Monomotor agrícola realizava serviços de pulverização quando apresentou problemas.


No mapa, a localização de Monte Carmelo no estado de Minas Gerais

O piloto Felipe Bajardo Tiestel, 25 anos, foi encaminhando ao Pronto-Socorro Municipal com fratura na perna esquerda, ferimentos nas costelas e diversas escoriações pelo corpo. À noite, ele teve que ser transferido para Uberlândia.

Felipe, que mora em Nova Ponte, sobrevoava a lavoura no momento do acidente e, de acordo com a polícia, a aeronave estava a aproximadamente 40 metros de altura.

Avião caiu de bico e ficou completamente destruído. Peritos devem comparecer ao local ainda hoje para identificar as causas da pane.

Fonte: JM Online (Uberaba-MG) - Mapa: wikimedia.org

Base Aérea da Catumbela (Angola) treina pilotos

Um Su-22 na Base Aérea de Catumbela

O Regimento de Caça Bombardeiro da Catumbela está, actualmente, a realizar dois cursos de capacitação e adaptação de pilotos a novas aeronaves. O primeiro visa capacitar técnicos de outras aeronaves em especialidades de manutenção das aeronaves do tipo L-32. A formação terá a duração de um ano. O segundo curso está a adaptar pilotos de outras aeronaves para os L-32, que neste momento já são pilotados por angolanos.

O comandante do Regimento Aéreo da Catumbela orgulha-se em poder apresentar os pilotos já preparados para voar naquele tipo de aeronaves. “No dia do seu 33º aniversário a Força Aérea Nacional pode orgulhar-se em apresentar pilotos e técnicos de manutenção de aeronaves L-32”, revelou o coronel João Borges.

Vinte e quatro militares daquela unidade foram seleccionados para a formação em manutenção, onde serão, durante 12 meses, capacitados com conhecimentos, hábitos e habilidades para poderem assegurar o voo do L-32, bem como gerir os recursos materiais das referidas aeronaves.

“A Força Aérea Nacional pretende formar especialistas com conhecimentos científicos que permitam assegurar os voos neste tipo de aeronaves”, referiu o comandante do Regimento Aéreo de Caça-Bombardeiro da Catumbela.

Balanceando o ano de instrução que terminou, o coronel João Borges garantiu que o Regimento Aéreo atingiu bons níveis, porque os pilotos estão capacitados a realizar exercícios que os ajudarão a cumprir missões de combate em tempo de guerra e de paz, missões estratégicas, de reconhecimento, de apoio e de interdição aérea.

Para além dos três pilotos “largados” para pilotar as aeronaves L-32 e quatro outros prestes a sê-lo, o comandante do Regimento Aéreo de Caça-Bombardeiro da Catumbela anunciou o início da instrução no avião do tipo SU-22, onde já se atingiram níveis excelentes em voos de preparação combativa e de instrução, enquanto que administrativamente, com a realização de um concentrado metodológico, o sector ganhou nova dinâmica de trabalho para a gestão dos recursos humanos.

Missão principal

O Regimento Aéreo de Caça-Bombardeiro localiza-se entre as cidades de Benguela e Lobito, precisamente a 7.5 quilómetros a Sudoeste da Catumbela. Possui duas pistas paralelas com 4 quilómetros de comprimento e 60 metros de largura. A unidade está equipada com meios de rádio-ajuda à navegação.

O Regimento da Catumbela visa assegurar o apoio aéreo ofensivo e defensivo às tropas terrestres, a interdição aérea do inimigo ao campo de batalha - cortando as suas linhas de abastecimento - zonas de concentração, instrução, parques e centros logísticos, assim como o apoio aéreo próximo. O Regimento tem a capacidade de cumprir missões num raio de acção de 1.100 quilómetros.

Na sua composição orgânica possui uma aeronave do tipo L-29, bi-lugar e monomotor à reacção, capaz de preparar pilotos para todo o tipo de exercícios tanto diurnos como nocturnos e em condições meteorológicas adversas. Trata-se de um tipo de aeronave versátil, manobrável, equipado com instrumentos de navegação que favorecem a leitura fácil dos instrumentos, não permitindo grande dificuldade de compreensão.

Desde a sua fundação, o Regimento de Caça-Bombardeiro da Catumbela já formou quatro pilotos, prontos em todos os exercícios planificados, incluindo acrobacias.

A história do gigante

Ligado ao crescimento económico do país, dando um contributo decisivo nos grandes momentos da vida da nação, tendo sido utilizada não só para fins militares como civis, sobretudo na vertente humanitária, o Regimento Aéreo de Caça Bombardeiro da Catumbela funcionou inicialmente com a designação de Base Aérea de Instrução da Catumbela. Com o desenvolvimento das acções militares na região Centro do país, houve necessidade de se criar uma unidade de aviação para apoiar as tropas na ofensiva e defensiva na sua progressão para o interior.

Em Dezembro de 1993, devido ao reinício do conflito armado e dada a existência provisória e efémera do destacamento, começaram a realizar-se os primeiros parâmetros da existência de alguns órgãos funcionais operando com aviões de combate do tipo SUKHOI-22 e 25.

Em Fevereiro de 1994 iniciavam-se, de forma lenta mas gradual, os primeiros instantes da Base Aérea que seis meses depois, a 14 de Julho, se tornaria efectivamente realidade, com a denominação de Base Aérea Operacional da Catumbela (BAOC), ou Base Aérea Nº5.

Com o culminar da guerra houve toda a necessidade de estruturar o quadro orgânico da Força Aérea Nacional e em Agosto de 2003 a Base passou a designar-se Regimento Aéreo de Caça-Bombardeiro. Actualmente o Regimento conta com aviões de combate do tipo SU-22M3, M4, SU-24, CU-25 e de instrução L-29 e L-39.

Olhos na navegação

A Força Aérea Nacional (FAN) assinalou ontem - 21 de Janeiro - os 33 anos da sua fundação com o olhar posto na navegação aérea e nos factores psicológicos dos especialistas da aviação.

No Regimento Aéreo da Catumbela foi realizado um ciclo de palestras centrado nos sistemas modernos de navegação aérea, com particularidade para o tráfego aéreo e as colisões entre aeronaves, e os sistemas globais de navegação - o GNSS e o The Cash - o primeiro de navegação e o segundo anti-colisão.

“Estes sistemas são tão actuais que nós decidimos inseri-los neste ciclo de conferências, por se enquadrarem igualmente nas acções de prevenção dos acidentes e segurança de voo”, realçou o tenente-coronel Mateus Silva, porta-voz do ciclo de conferências.

Acompanhamento psicológico

“A Força Aérea Nacional dá uma grande importância ao acompanhamento psicológico porque tem muita influência no desempenho e no cumprimento das missões. O nosso pessoal tem sido acompanhado, e temos estado atentos ao comportamento psicológico dos especialistas de voo”, realçou o tenente-coronel Mateus Silva.

“O dia 21 de Janeiro é de reflexão para todos nós. Queremos homenagear todo o pessoal militar e civil que se tenha destacado no cumprimento das suas actividades”, destacou o coronel João Borges, comandante do Regimento Aéreo de Caça-Bombardeiro da Catumbela.

Na cerimónia oficial que assinalou a passagem do 33º Aniversário da FAN na província de Benguela, o Coronel João Borges, que é igualmente piloto de Sukhoi-22 (SU-22) destacou no seu discurso os aspectos ligados a instrução e a preparação combativa, bem como à prática desportiva.

Fonte: Jornal de Angola - Foto: Marco M. (Lisbon Spotters)

Veja mais fotos do resgate do Airbus do rio Hudson


Fonte: Agências Internacionais via Marco Vollmer

Perícia acha restos de animais e pena em motor de avião que caiu no Hudson

Material reforça tese que impacto com aves teria danificado motor.

Avião fez pouso forçado no rio Hudson na última quinta (15).


Avião teve de fazer pouso de emergência no rio Hudson, nos EUA

Investigadores detectaram o que pode ser restos de animais em um dos motores do avião que fez um pouso forçado no rio Hudson, em Nova York, na última quinta-feira (15).

O Comitê Nacional de Segurança no Transporte dos Estados Unidos (NTSB, na sigla em inglês) informou nesta quarta-feira (21) que nas hélices do ventilador do motor direito foram achadas "evidências de danos por impacto de um corpo leve".

"Três das hélices móveis estão danificadas e outras duas, perdidas. A unidade de controle eletrônico do motor também foi perdida e várias peças internas ficaram gravemente danificadas", detalhou a entidade em comunicado.

Segundo a perícia, "o que parece ser material orgânico foi achado no motor direito, assim como nas asas e na fuselagem". Por essa razão, foram enviadas amostras ao Departamento de Agricultura americano para completa análise de DNA.

Pena

Além do material orgânico, uma pena foi encontrada em um dos aerofólios do avião. Ela também foi enviada a especialistas em identificação de aves para determinar de que espécie se trata.

O material reforça a tese de que o impacto com pássaros, possivelmente gansos, teria danificado os dois motores do avião da US Airways que, em 15 de janeiro, fez uma aterrissagem de emergência no rio Hudson, entre Nova York e New Jersey, logo após levantar voo.

Fonte EFE via G1 - Foto: AP

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Avião da 2ª Guerra Mundial é arrematado por US$ 1,2 mi

Avião Ford 4-AT-E Tri-Motor, de 1929, foi vendido por US$ 1,21 milhão. Ele foi alvejado durante ataque japonês a Pearl Harbor e passou por restauração completa - Clique sobre a foto e, ao abrir a nova página, clique novamente sobre a imagem para ampliá-la e var várias fotos

Um avião Ford 4-AT-E Tri-Motor, produzido em 1929, foi vendido por US$ 1,21 milhão durante um leilão organizado pela Barrett-Jackson no último final de semana. A aeronave foi o lote mais caro da disputa que colocou à venda cerca de mil carros raros e movimentou os apaixonados por veículos em Scottsdale, nos Estados Unidos.

De acordo com os organizadores, o avião foi alvejado durante o ataque japonês a Pearl Harbor, na Segunda Guerra Mundial, e passou por uma restauração completa, tanto no interior quanto no exterior, mantendo as características originais.

O segundo lote mais caro da feira foi o primeiro Thunderbird a sair da fábrica da Ford em 1955, que alcançou a cifra de US$ 660 mil. A raridade foi seguida de perto por um modelo 41 anos mais velho,um Buick "Blackhawk" customizado, vendido por US$ 522 mil.

Entre os dez arremates mais caros, entraram também um Chevrolet Monte Carlo guiado por Jeff Gordon na Nascar - competição similar à Stock Car brasileira - no valor de US$ 500 mil, um Saleen S7 Twin-Turbo produzido em 2005 e vendido por US$ 412 mil, e um Plymouth Superbird customizado, que foi negociado por US$ 501 mil.

Outros dois veículos que ainda nem saíram da fábrica também foram leiloados na feira. O protótipo Mustang FR500CJ Cobra Jet da Ford teve o maior lance em US$ 375 mil e o número 1 do Chevrolet Camaro 2010, em US$ 350 mil. A venda do Camaro será destinada à caridade.

Cerca de 200 mil pessoas circularem durante o evento que foi de 11 a 18 de janeiro. "As vendas foram sólidas desde o início e ultrapassaram as expectativas", afirmou Craig Jackson, diretor da empresa organizadora dos leilões.

De acordo com a Barrett-Jackson, 70% dos arremates foram realizados por novos compradores e a maior parte das vendas se deu em veículos de faixa "média" de preços para colecionadores, que vai de US$ 50 mil a US$ 150 mil.

Fonte: Invertia - Foto: Divulgação

Eurocopter atinge metas de 2008

A Eurocopter atingiu as suas metas em vendas e entregas de helicópteros em 2008, tendo incrementado a sua cifra de negócios em 7,5% em comparação ao ano anterior.

Em 2008, a Eurocopter assegurou mais uma vez a sua posição de fabricante líder nos mercados de helicópteros civis e de serviços públicos, tendo entregue um total de 588 unidades novas para usuários civis e militares.

O volume de negócios do último ano alcançou um volume de 4,5 bilhões de euros, e os novos pedidos, envolvendo um total de 715 aeronaves chegaram a 4,9 bilhões de euros. Em dezembro de 2008, a carteira de pedidos da Eurocopter superava a cifra de 14 bilhões de euros, equivalente a 1.550 helicóptetos.

Fonte: Tecnologia & Defesa

Rússia anuncia que não levará mais turistas espaciais para a ISS

Planos de dobrar tamanho da tripulação da estação tornam viagens turísticas impraticáveis a partir de 2009

O último turista espacial, Charles Simonyi

A Rússia não enviará mais turistas à Estação Espacial Internacional (ISS) depois deste ano, devido a planos para dobrar o tamanho da tripulação da estação, disse o chefe da agência espacial russa em entrevista publicada nesta quarta-feira, 21.

O chefe da Roscosmos, Anatoly Perminov, disse ao jornal do governo Rossiiskaya Gazeta que o designer norte-americano de software Charles Simonyi seria o último turista a partir do cosmódromo Baikonur, agora em março.

O lucrativo programa de turismo espacial russo já levou seis "participantes particulares" desde 2001. Os participantes pagaram US$ 20 milhões, ou mais, pelos voos a bordo da nave russa Soyuz.

"A equipe da estação espacial, como se sabe, será expandida este ano para seis membros. Portanto, não haverá qualquer possibilidade de realizarmos voos turísticos para a estação depois de 2009", disse Perminov.

As naves Soyuz e Progress têm sido uma parte crucial da manutenção e expansão da ISS - particularmente após o desastre da Columbia em 2003.

A Nasa dependerá ainda mais dos russos depois de 2010 quando suas naves serão permanentemente aposentadas, fazendo com que os astronautas dependam das naves russas até 2015, quando a nova frota americana ficará pronta.

A fabricante californiana de foguetes Xcor Aerospace anunciou no mês passado que um dinamarquês seria o primeiro turista a voar em sua nave de dois lugares. As passagens são vendidas por US$ 95 mil e já há reservas para 20 voos.

Fonte: AP via estadao.com.br - Foto: AP

Missão do veículo de exploração de Marte segue sem data

O Mars Science Laboratory (MSL), que deveria ser lançado em 2011, dois anos após a data planejada, enfrenta conflitos de lançamento

A próxima missão da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa) à Marte agora tem mais um problema: encontrar uma data de lançamento. O Mars Science Laboratory (MSL), que deve ser lançado no final de 2011, dois anos depois da data planejada, enfrenta um conflito de lançamento com diversas outras missões que requerem o uso dos foguetes Atlas V e da plataforma de lançamento de Cabo Canaveral, na Flórida.

Encaixar o MSL no cronograma poderia requerer a compra de um foguete mais poderoso, uma reformulação no escudo de calor do aparelho (para acomodar velocidades de entrada mais altas), e a contratação de mais pessoal a fim de reduzir o intervalo entre os lançamentos. Tudo isso pode elevar em mais US$ 50 milhões o custo de uma missão cujo orçamento já subiu de US$ 1,6 bilhão a mais de US$ 2,2 bilhões.

A estratégia da Nasa para lidar com o estouro de custos não envolveria adiamento ou cancelamento de quaisquer das missões planejadas. Mas reduziria drasticamente a pesquisa e desenvolvimento do programa de exploração de Marte e resultaria em uma combinação das missões que a Nasa e a Agência Espacial Européia (ESA) planejam para o planeta em 2016.

Cientistas planetários endossaram o plano este mês, depois que funcionários da Nasa descreveram os problemas quanto a datas em uma reunião com um comitê de assessores.

Lançamentos a intervalos menores

Com peso de uma tonelada, o veículo de exploração de superfície será o maior a chegar a Marte. Armado com um bateria de dez instrumentos, ele buscará indícios de vida passada no planeta.

Em dezembro, a data original planejada para o lançamento, em 2009, foi adiada por dois anos. Isso deriva de problemas com motores e engrenagens, que não foram testados completamente para enfrentar o frio marciano.

O atraso significa que os engenheiros do projeto terão de trabalhar por mais tempo, mas por outro lado economizou custos no atual ano fiscal ao pôr fim a meses de horas extras no Laboratório de Propulsão a Jato, uma divisão da Nasa em Pasadena, Califórnia, onde o veículo está sendo montado.

"Francamente, em retrospecto eu gostaria de que alguém tivesse adiado o projeto 12 meses mais cedo", disse Edward Weiller, administrador associado da diretoria de missões científicas da Nasa.

Uma maneira de lidar com o problema é reduzir o intervalo entre lançamentos do Atlas V de 90 para 75 dias, diz James Green, diretor da divisão de ciência planetária da Nasa que cuida do problemático orçamento e cronograma do MSL.

Isso liberaria boa parte dos meses finais de 2011 para o lançamento. Mas uma das duas janelas para o lançamento do MSL, em outubro, deve ser usada para lançar a missão Juno, que estudará os campos magnético e gravitacional de Júpiter.

A janela de lançamento em outubro poderia ser estendida pela compra de uma versão mais poderosa e cara do Atlas V, mas isso exigiria testar a capacidade do escudo de calor do MSL para suportar entrada na atmosfera marciana a velocidade mais elevada, devido ao empuxo maior do foguete.

Se a janela fechar...

Uma segunda janela de lançamento para o MSL, em dezembro, parece favorável por outros motivos além de evitar o conflito com a missão Juno. Mas ela colocaria o MSL em rota diferente, que favoreceria pouso no hemisfério norte de Marte, onde a comunicação com a Terra seria mais fácil.

Isso pode resultar em reinício do debate sobre o local de pouso do MSL, depois que negociações anteriores reduziram as escolhas a apenas quatro pontos, três dos quais no hemisfério sul. "Há diversos bons locais, mas talvez devamos repensar o caso", disse Doug McCuistion, diretor do programa de Marte na Nasa.

O plano de Green para enfrentar o estouro de orçamento concentraria os danos no programa de Marte. O único outro impacto considerável e não relacionado a Marte seria o corte temporário de US$ 47 milhões no orçamento da missão Juno, mas essa verba forma uma reserva para cobrir contingências e deve ser restaurada em 2012.

As atuais missões a Marte, entre as quais os veículos Spirit e Opportunity, de superfície, não serão restringidas, diz Green. A missão Mars Atmosphere and Volatile Evolution (Maven), com lançamento marcado para 2013 e o objetivo de estudar a história da evolução atmosférica do planeta, tampouco seria afetada, até porque ela poderia oferecer um elo de retransmissão valioso para o MSL.

Os veículos orbitais em operação atualmente, como o Odyssey e o Mars Reconnaissance Orbiter, estarão no final de suas vidas úteis quando o MSL chegar.

Futuro hipotecado

Mas o maior impacto seria sobre o futuro do programa de exploração de Marte. Uma missão planejada para 2016 seria reduzida drasticamente. Só parcerias permitiriam que ela realizasse seu trabalho científico mais importante, diz Weiler, que antecipa cooperação entre Europa e Estados Unidos em futuras missões de exploração de Marte.

A ESA já adiou o lançamento de seu próximo veículo de superfície, o ExoMars, até 2016. Weiler diz que ele e o diretor científico da ESA, David Southwood, fecharam um acordo inicial para fundir as missões posteriores a 2016.

"É hora de jogar fora as bandeiras e assumir que, se queremos recolher amostras em Marte e trazê-las à Terra, será impossível fazê-lo sozinhos", disse Weiler sobre os planos de uma missão bilionária que deve acontecer na década de 2020. "Um bilhão de dólares já não compra muita coisa".

Fonte: Nature via Terra - Tradução: Paulo Migliacci - Imagem: NASA

Moçambique: Monopólios dos voos da TAP e LAM terminam em 2009

Moçambique vai liberalizar o seu espaço aéreo a partir do fim do primeiro semestre, terminando os monopólios como os das companhias aéreas "de bandeira" TAP e LAM na rota Lisboa-Maputo, disse hoje o ministro do Turismo.

"O monopólio acaba, mas não significa que TAP ou LAM sejam sacrificadas, estamos até a estimulá-las para investir mais. Gostaríamos que TAP tivesse maior frequência para Moçambique e o Governo já está a investir em mais aviões para a LAM, para que possa competir", disse Fernando Sumbana à Lusa em Lisboa, à margem da feira de turismo BTL.

"A abertura é querer corresponder aos padrões internacionais. Queremos que haja mais companhias, Queremos que a Lufthansa venha a Moçambique, a British Airways, a Emirates, a China Airways... Não somos um mercado fechado, somos um país muito aberto", referiu.

A abertura do espaço aéreo, ao abrigo do tratado "Open Skies" está prevista para final do primeiro semestre e princípio do segundo, referiu.

"Queremos que todas as companhias venham e tragam turistas porque é a única maneira de conseguirmos encher os nossos hotéis e reduzir custos [das tarifas], que são elevados, muito elevados. A única maneira é ter maior frequência que vai trazer escala", afirmou o ministro moçambicano, após a cerimónia de assinatura de um protocolo de cooperação com Portugal.

Segundo Fernando Sumbana, a liberalização será antecedida da criação de um quadro legal que "garanta a segurança" e que "as regras do jogo sejam para todos".

O Instituto Nacional da Aviação Civil (INAC) tem vindo a rever todos os acordos de transporte aéreo de Portugal com os países africanos lusófonos.

Com Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau as negociações sobre a abertura das ligações entre a capital portuguesa foram rápidas, ao contrário do que aconteceu com Moçambique e Angola.

Os novos acordos de transporte aéreo permitem passar da "unidesignação" - uma companhia designada por cada país - para a chamada "multidesignação", deixando de haver limite.

Com o acordo, que introduz os mais recentes avanços na legislação comunitária sobre a matéria, Portugal passa também a poder designar não apenas companhias aéreas portuguesas, como também de outros países da União Europeia, desde que estabelecidas no país.

Igualmente introduzida é a possibilidade de operação em regime de partilha de voo ("code-share") entre as companhias aéreas designadas pelos dois países e terceiras.

Fonte: Agência Lusa (Portugal)

Autoridades espanholas negam incidente com compositor Guinga em aeroporto

As autoridades espanholas negaram hoje a existência de "incidentes" no aeroporto de Barajas, em Madri, com o compositor Carlos Althier Lemos Escobar, o Guinga, que denunciou uma agressão policial, informaram fontes oficiais.

"Nenhum organismo de segurança registrou incidentes" como os denunciados por Guinga, entre 9 e 11 de janeiro, tempo durante o qual permaneceu em Madri, segundo um relatório do Posto Fronteiriço, subordinado ao Ministério do Interior, divulgado hoje pela Secretaria de Imprensa da Embaixada da Espanha em Brasília.

Para elaborar esse relatório, foram consultados a Guarda Civil, a Aena, agência pública encarregada da gestão dos aeroportos e da qual dependem os controles de raios X e os registros aos passageiros, além dos serviços médicos de Barajas e diversas companhias que operam no terminal aéreo.

Guinga chegou a Madri procedente de Roma em 9 de janeiro, quando o aeroporto foi fechado por várias horas por causa de uma forte nevasca registrada na capital espanhola, onde teve que permanecer dois dias enquanto esperava para pegar sua conexão para o Brasil.

De acordo com o relatório do Posto Fronteiriço, a Iberia teria oferecido ao compositor ficar em um hotel em Madri e um voo em outra companhia, a portuguesa TAP, na qual Guinga partiu ao Brasil.

O músico criticou as dificuldades encontradas no aeroporto espanhol e denunciou que, antes de voltar, percebeu o desaparecimento de um casaco com dinheiro e passaporte ao passar pelo aparelho de raios X, o que deu origem à confusão com policiais espanhóis.

Fonte: EFE via G1

Vendas de bilhetes TAP passaram os 500 milhões de euros em 2008

Companhia atinge 55% quota de mercado

As vendas de bilhetes TAP pelas agências de viagens portuguesas cresceram 12,1% ou mais de 50 milhões em 2008, o que levou a companhia a passar os 500 milhões de euros e a reforçar a quota de mercado no BSP Portugal em 4,2 pontos, para 55%, revelou ao PressTUR a directora de Vendas em Portugal, Paula Canada.

Paula Canada admitiu que o reforço da quota de mercado e o crescimento mais acentuado das vendas reflectem o efeito integração da Portugália, uma vez que ainda não existia no primeiro semestre de 2007, mas destaca que esse não foi o único factor.

No primeiro semestre a TAP tinha um crescimento em 22% enquanto o restante mercado crescia 4,8%, o que reflectia o efeito da comparação da TAP com Portugália com o período prévio à integração da antiga companhia do Grupo Espírito Santo, “mas no segundo semestre o mercado está estagnado e a TAP cresce 5,5%”, indicou a directora da TAP em Portugal.

“Temos portanto dois semestres muito diferentes, em que o primeiro está muito influenciado pela [integração da] Portugália. Mas de qualquer forma, em 2008 a TAP cresceu bastante com abertura de novos destinos e o lançamento das campanhas discount, que dinamizaram o mercado”, afirmou Paula Canada.

A executiva observou que por exemplo no mês de Outubro é notória a influência do tapdiscount. “Fez disparar muito o crescimento face ao ano anterior”, disse, indicando que nesse mês a TAP cresceu 6% face a uma queda do mercado BSP em 1,3%.

A apreciação que Paula Canada faz do mercado português é assim de que, apesar do sector da aviação ter vivido o “pesadelo” dos combustíveis até ao final do Verão e, daí em diante, enfrentar o que organizações como a IATA classificam como a crise mais grave de sempre, o mercado português manteve-se comprador e para essa tendência contribuiu de forma importante o lançamento pela TAP do conceito das cinco formas de viajar e de campanhas de promoção.

“Em 2008 foi muito importante para a TAP o lançamento dessas campanhas”, afirmou Paula Canada, que se mostrou reservada quanto à expectativa desse efeito perdurar, quer porque as campanhas progressivamente deixam de ser novidade quer pelo impacto, real e psicológico, da crise económica.

Mas, assegurou, tem “esperança”, fundada na perspectiva de que “a necessidade de viajar enraizou-se a necessidade de viajar”.

Fonte: PressTur (Portugal)

Venda de voos em agências de viagens portuguesas passa os 918 milhões de euros em 2008

BSP Portugal bate recorde em ano de crise

O mercado português da venda de voos regulares pelas agências de viagens passou em 2008, pela primeira vez, a fasquia dos 900 milhões de euros, fixando-se em 918,62 milhões, por um crescimento em 3,5% ou 31,2 milhões sobre o ano transacto, indicam os dados a que o PressTUR teve acesso.

Este mercado, que é o que tem mais peso no volume de negócios total da aviação comercial em Portugal, manteve regra geral uma tendência de crescimento em 2008, apesar das crises que penalizaram o sector, e fechou mesmo o ano com um crescimento em 4,2% no mês de Dezembro.

Os dados a que o PressTUR teve acesso indicam que no último mês de 2008 as vendas BSP (do inglês para Billing and Settlement Plan, câmara de compensação da IATA entre as agências de viagens e as companhias aéreas participantes) elevaram-se a 54,9 milhões de euros, mais 2,22 milhões que em Dezembro de 2007.

Este crescimento em Dezembro não impediu, no entanto, que o último trimestre de 2008 se saldasse por uma queda das vendas, embora ligeira, em 0,8%, para 213,247 milhões, pelas quedas nos meses de Outubro e Novembro, respectivamente em 1,3% e em 3,6%.

O balanço a que o PressTUR teve acesso mostra que o crescimento no terceiro trimestre, em 4,2%, para 242,76 milhões, foi suficiente, no entanto, para que o balanço conjunto do segundo semestre fosse positivo, evidenciando um crescimento em 1,8%, para 456 milhões.

Em todo o caso, os dados também mostram uma significativa desaceleração quando se compara com a evolução na primeira metade do ano, em que o BSP teve um crescimento em 5,2%, para 462,6 milhões de euros, especialmente pela evolução no segundo trimestre, no qual se verificou um crescimento em 7,6%, para 247,07 milhões, o valor mais elevado de sempre num período trimestral.

Os dados a que o PressTUR teve acesso mostram que quando se consideram as chamadas vendas líquidas, antes de taxas, sobretaxas e IVA, se verificou uma queda em 2,5% no ano passado, para 702,579 milhões de euros, mas este indicador perdeu relevância a partir da aplicação da obrigatoriedade de as companhias aéreas publicitarem preços finais e que se tornou claro cada vez mais fazem uma gestão das tarifas e sobretaxas para não perderem competitividade.

Como o PressTUR noticiou na semana passada, os dados já divulgados pela IATA, relativos aos meses de Janeiro a Novembro de 2008, inclusive, mostram que apesar das subidas de sobretaxas de combustível, o preço médio a que os bilhetes foram vendidos em Portugal apenas subiu 0,5%, e que foi, portanto, pelo aumento do número de bilhetes vendidos, em 3%, para 1,796 milhões, que se deu o crescimento do BSP nesse período (clique para ler: Compra de voos nas agências de viagens cresce 3% até Novembro).

Os dados a que o PressTUR teve acesso indicam que dos 918,62 milhões de euros de vendas BSP, 216 milhões foram a título de taxas e sobretaxas (aeroportos, segurança, combustível e emissão de bilhetes), mais 29,3% que um ano antes. O peso desses encargos ficou assim em 23,5% em 2008, quando um ano antes estava em 18,8%.

Os dados sobre as vendas antes de taxas e sobretaxas permitem, no entanto, ter uma perspectiva uma evolução no ano por voos domésticos e internacionais, indicando para o primeiro caso uma queda em 8%, para 107,129 milhões de euros, e, para o segundo, uma redução em 1,4%, para 595,45 milhões. Tendo em conta que as taxas e sobretaxas são, por regra, mais elevadas nos voos internacionais que nos domésticos, esses dados indicam que o crescimento do BSP Portugal em 2008 se baseou nos voos internacionais e que a tendência nos domésticos poderá ter sido mesmo de descida.

Fonte: PressTur (Portugal)

United Airlines registra prejuízo de US$ 547 milhões

A United Airlines Corporation (UAL), empresa holding cuja principal subsidiária é a United Airlines, anunciou hoje que registrou um prejuízo de US$ 547 milhões antes do pagamento de impostos, excluindo perdas líquidas non-cash em operações de hedge mark-to-market e certas mudanças contábeis no quarto trimestre de 2008.

Se estes itens fossem incluídos, a empresa registraria um prejuízo de US$ 1,3 bilhão antes do pagamento de impostos. O prejuízo por ação foi de US$ 4,27, excluindo perdas líquidas non-cash em operações de hedge mark-to-market e certas mudanças contábeis. Se estes itens fossem incluídos, a empresa apresentaria um prejuízo por ação de US$ 9,91. Já a receita cresceu 4,7% no último trimestre de 2008, em comparação ao mesmo período do ano anterior, na unidade de passageiros por assento-quilômetro disponível, excluídos efeitos contábeis do plano Mileage Plus. Incluídos esses efeitos, o aumento seria de 2,1%.

De acordo com o comunicado da companhia, os custos da unidade principal por assento-quilômetro oferecido, excluídos combustíveis, sem levar em consideração algumas mudanças contábeis, tiveram aumento de apenas 1,6% com relação ao ano anterior, apesar de uma redução de 11,7% na capacidade. Incluindo os custos de combustíveis e as mudanças contábeis, o aumento do custo por assento-quilômetro oferecido seria de 20,8% com relação ao quarto trimestre de 2007.

O caixa disponível da UAL apresentou aumento em aproximadamente US$ 390 milhões durante o trimestre, por meio de várias atividades, incluindo financiamentos de aviões, vendas de ativos e medidas financeiras.

A empresa explica que os preços dos combustíveis foram fator preponderante nos prejuízos da empresa em 2008. Os preços muito altos registrados no decorrer do ano e as perdas em operações de hedge resultantes do rápido declínio levaram a um aumento de US$ 2,9 bilhões nas despesas com combustíveis, comparadas com 2007.

Durante o quarto trimestre, a receita resultante do transporte de passageiros caiu 8,7% com relação ao mesmo trimestre do ano anterior, refletindo um corte de 10,6% na capacidade da empresa. Nos voos internacionais da unidade principal, o avanço da receita foi de 1,2%, excluindo os efeitos da contabilidade, refletindo uma queda na demanda pelas viagens internacionais.

Se forem incluídos os efeitos contábeis, houve uma queda de 1,7%. Nos voos das afiliadas regionais, excluídos os efeitos contábeis, houve um aumento de 1,8% na receita. Se os efeitos forem incluídos, houve uma queda de 0,7%.

Fonte: InvestNews